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Missouri vai pagar mega-igreja por restrições impostas na pandemia

Igreja Batista nos Estados Unidos faz acordo com Condado e recebe quase cem mil e quinhentos dólares.

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igreja vazia
Igreja vazia (Foto: Direitos Reservados/Deposiphotos)

O condado de Jackson, Missouri, nos Estados Unidos, concordou em pagar US $146.750 à Igreja Batista Vida Abundante em Lee’s Summit como parte de um acordo em um processo movido pela igreja contra o condado há mais de um ano sobre restrições de corona vírus.

A igreja levantou preocupações de que as restrições do corona vírus do condado trataram locais de culto de forma mais rigorosa do que entidades seculares. O Condado de Jackson prometeu que, em troca da Igreja desistir do processo, garantiria que as futuras medidas não seriam mais rigorosas às organizações religiosas do que com as seculares.

A Legislatura do Condado de Jackson votou para aprovar o acordo na segunda-feira. Dan Tarwater, um dos seis legisladores do Condado de Jackson a aprovar o acordo, explicou que a motivação por trás da aprovação do acordo foi porque acreditavam que iriam perder o caso.

Três de seus colegas votaram contra a aprovação do acordo, que será pago pelo governo do condado e pelos Centros Médicos Truman, que administra o departamento de saúde do condado.

As empresas seculares foram autorizadas a reabrir com capacidade de 10% a 25% com base no tamanho dos locais. Em contrapartida, o município classificou as igrejas como “grandes encontros e eventos sociais” no plano de reabertura. As empresas dessa categoria não poderiam ter mais de 10 pessoas em seu local, independentemente do seu tamanho.

“As ordens dos réus discriminam as reuniões religiosamente motivadas e favorecem encontros com motivação comercial”, afirmou a ação judicial de acordo com The Christian Post.

No tempo entre o processo e o anúncio de que o Condado de Jackson pagaria à Igreja Batista Vida Abundante quase US $150.000, os juízes emitiram várias decisões a favor de locais de culto que buscam alívio das restrições do corona vírus.

“Mesmo em uma pandemia, a Constituição não pode ser afastada e esquecida. As restrições em questão aqui, ao efetivamente impedir muitos de participar em serviços religiosos, atingem o cerne da garantia da Primeira Emenda para a liberdade religiosa”, concluíram os juízes.

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