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Grupo pró-vida faz campanha contra vacina da covid feita com bebês abortados

Preocupação em torno da vacina feita com feto de aborto divide opiniões.

Michael Caceres

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Vacina (Foto: Fernando Zhiminaicela/Pexels)

Na última quinta-feira (9) o grupo pró-vida Georgia Right to Life (GRTL), anunciou que não concordava moralmente com a vacina criada pela AstraZeneca, que utilizou tecido do rim de um bebê abortado.

A vacina que foi aprovada não contém células abortadas, mas ela foi desenvolvida através do crescimento de um vírus que foi modificado através de células retiradas do tecido renal embrionário, retirado de um aborto que ocorreu décadas atrás.

O presidente da GRTL, Ricardo Davis, disse que o grupo não visa dar conselhos médicos a ninguém, porém apresentaram os fatos que muitos tem ignorado e que muitos defensores da vida poderão ter problemas para tomar essa vacina.

Davis afirmou que por mais nobre que seja o motivo dessa vacina, que no caso é salvar vidas, explorou a morte de uma criança, e que era moralmente errado. E que acredita que havia outras maneiras mais éticas de conseguir produzir a vacina sem ter que usar o feto de um aborto.

É ou não é pecado?

O pesquisador de virologia da Universidade de Bristol, David Matthews, disse no mês passado que o tecido do feto abortado não fazia parte da vacina, mas ele foi usado para testá-la. “Nosso trabalho não tem nada a ver com a produção de vacinas, mas sim de verificar se o vírus está se comportando como esperamos”, explicou.

Algumas pessoas e grupos contra o aborto levantaram questões preocupantes com o fato de que a vacina poderia incluir tecido de feto abortado e que isso seria um problema para muitos.

“Encorajo todos os preocupados com a ligação entre o aborto, o desenvolvimento de vacinas, a biomedicina e o tráfico humano a exigir que o governo apoie o desenvolvimento de vacinas que não dependam do ato brutal do aborto”, disse Davis.

Diferentemente, o reverendo Richard Moth, presidente do Departamento de Justiça Social da Conferência dos Bispos da Inglaterra, disse no início do mês que não era pecado os católicos tomarem a vacina e que cada um deveria tomar essa decisão de consciência limpa, informou o The Christian Post.

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