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igreja perseguida

Pastor decide processar governador por restringir cultos na igreja

John MacArthur acionou judicialmente o governador da Califórnia.

Michael Caceres

em

John MacArthur (Reprodução)

O pastor John MacArthur, da megaigreja Grace Community Church, em Los Angeles, decidiu processar o governador da Califórnia e outras autoridades estaduais por conta das restrições impostas contra à Igreja em meio à pandemia do coronavírus.

Ao processar o governador Gavin Newsom, o pastor destaca que ele buscou impor “regulamentos inconstitucionais e onerosos para a pandemia de coronavírus” que atinge a congregação. MacArthur é representado pelos advogados Jenna Ellis e Charles LiMandri.

Gavin Newsom proibiu as igrejas de realizarem cultos no templo, gerando repúdio do líder da Grace Community, que lembrou que “nunca foi a prerrogativa do governo civil ordenar, modificar, proibir ou mandar culto”. MacArthur chegou a ser ameaçado de prisão por desobedecer as ordens do governo.

Além do governador, a Grace Community decidiu citar o prefeito de Los Angeles, Eric Garcetti, e o procurador-geral da Califórnia, Xavier Becerra. A denominação afirma que o povo americano “começou a ver que está sendo [enganado] por seu próprio governo”.

Liderada pelo influente teólogo e autor, a Grace Community anunciou que não irá obedecerá à proibição de cultos em locais fechados, afirmando que a ordem estadual que restringe o culto não é de competência do governador. A decisão foi tomada pelos anciões da igreja.

Chefe da Igreja

Em um artigo publicado no site oficial da igreja, MacArthur apontou motivos pelos quais não cumpririam as proibições impostas, afirmando que “as autoridades do governo não têm o direito de interferir nos assuntos eclesiásticos de uma maneira que prejudique ou desconsidere a autoridade que Deus concede de pastores e anciãos”.

Ele argumentou que “a ordem bíblica é clara: Cristo é o Senhor sobre César, não vice-versa. Cristo, não César, é o chefe da igreja”. “Por outro lado, a igreja não governa de forma alguma o Estado. Novamente, esses são reinos distintos, e Cristo é soberano sobre ambos”, continuou.

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