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Pílulas de aborto ligadas ao aumento do risco de emergência médica

Agência dos Estados Unidos facilita a aquisição de pílulas para indução do aborto.

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Movimento de esquerda pró-aborto
Movimento de esquerda pró-aborto (Foto: Joel Martinez/AP)

Um estudo publicado no início deste mês pela Health Services Research and Managerial Epidemiology, descobriu que mulheres que induzem um aborto usando pílulas correm um risco maior de ter uma emergência que requeira internação imediata do que mulheres que se submetem a aborto cirúrgico.

Baseado em pesquisas financiadas pelo grupo pró-vida do Instituto Charlotte Lozier, o estudo reuniu informações de 17 estados com políticas oficiais que aplicaram fundos estatais à maioria dos abortos não cobertos pelo Medicaid federal de 1999 a 2015. Foram analisados 423.000 abortos induzidos e aproximadamente 121.000 visitas subsequentes ao pronto-socorro dentro de 30 dias após o aborto.

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“As visitas ao pronto-socorro correm maior risco de ocorrer após um aborto químico e não cirúrgico”, diz o estudo, evidenciando o aumento da tendência ao longo do período amostrado.

O estudo afirma que uma faixa de abortos químicos entre 2% e 3% do total de visitas de 2003 a 2012 ao pronto-socorro foram mal codificadas como um aborto espontâneo com um aumento abrupto entre 2013 e 2015 chegando a 8,9%.

“As visitas ao PS foram identificadas erroneamente como um aborto espontâneo após um aborto cirúrgico confirmado, em média, menos de 1% de todas as consultas de EMERGÊNCIA até 2008, 1,2%-1,3% de 2009 a 2014, e atingiram 2,4% em 2015”, observou o estudo.

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De acordo com Christian Today, em abril, a Food and Drug Administration anunciou que não imporia a exigência de que as pílulas de aborto fossem dispensadas pessoalmente por um médico.

Na época, a Comissária Interina da agência FDA, Dr. Janet Woodcock, justificou a modificação da exigência de dispensação presencial durante a pandemia COVID-19, afirmando que estudos mostravam  que não houve aumento de preocupações sérias de segurança com aborto médico

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Em uma declaração, a presidente da Susan B. Anthony List, Marjorie Dannenfelser, denunciou a decisão da FDA de aliviar a regulamentação do aborto químico, alegando que ativistas pró-aborto têm explorado a pandemia COVID-19 desde o início, para eliminar as precauções de segurança, a fim de expandir a proliferação de drogas perigosas para o aborto químico.

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