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“Eu só posso imaginar” acende debate sobre direitos humanos

Filme faz reflexão sobre abandono e agressões.

Jaqueline Freires

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Cena de "Eu só posso imaginar" (Divulgação)

Em cartaz nos cinemas de todo o Brasil, o filme “Eu só posso Imaginar”, inspirado na canção de mesmo nome, reacende mais uma vez o debate sobre os direitos da criança e do adolescente.

O filme conta a história de Bart Millard, vocalista da banda MercyMe e compositor do single mais famoso do grupo.

O jovem sofre durante toda a infância com um pai agressivo e uma mãe omissa, que o abandona ainda muito jovem.

Marcado por traumas da infância, Bart usa sua dor como inspiração para desenvolver a canção de maior sucesso do grupo. A música exprime a jornada autobiográfica de superação e fé do compositor.

“Eu me lembro de perguntar a Bart: ‘Qual é a experiência de ter escrito “Eu só posso imaginar” e por que as pessoas amam essa música?’ E ele disse: ‘É uma onda de esperança’. E eu acho que é isso que o filme oferece”, disse durante uma entrevista Jon Erwi, um dos diretores da trama.

Entendendo a importância da informação, o longa-metragem firmou parceria com o Ministério dos Direitos Humanos e realiza antes de todas as seções do filme uma ação de conscientização sobre as formas de denúncia de violação dos direitos humanos, através do disque 100.

Sobre a canção

A canção de origem americana foi escrita em 1994 e lançada em 1999. “I Can Only Imagine” chegou a ganhar dois Dove Awards em 2002.

No Brasil, a canção já foi gravada por artistas como Chris Duran, Eduardo e Silvana, Giselle Di Mene e recentemente pelo Ministério Diante do Trono, que fez uma versão especial para o filme.

Jornalista com quase dez anos de experiência no mercado. Casada com Ricardo Teles e mãe de Rebeca e Ana Júlia, desde criança ama ler, escrever e contar histórias - principalmente o lado bom delas. Professora de Escola Bíblica Dominical, é apaixonada pela Bíblia e pelo ensino da Palavra.

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