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Em nota, CGADB minimiza acusação de “marxismo” contra comentarista da EBD

CGADB e CPAD emitiram notas contra as críticas levantadas por pastor.

Michael Caceres

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Claiton Ivan Pommerening
Claiton Ivan Pommerening e revista da EBD (Foto: Reprodução/Facebook)

A Convenção Geral dos Ministros das Igrejas Evangélicas Assembleia de Deus no Brasil (CGADB) emitiu nota nesta sexta-feira (28) contra críticas feitas ao comentarista Claiton Ivan Pommerening, que é pastor auxiliar da Assembleia de Deus em Joinville (SC).

O pastor foi acusado pelo líder da Assembleia de Deus em Abreu e Lima (PE) de ser marxista. O pastor Roberto José dos Santos chegou a proibir o uso da revista do terceiro trimestre da Escola Bíblica Dominical comendata por Pommerening.

Segundo o informativo divulgado pelo pastor presidente da AD Abreu e Lima, Pommerening teria “posições ideológicas marxistas apologia à teologia da libertação e promoção do ecumenismo em ambientes confessionais assembleianos”.

Apesar das acusações serem especificamente contra o pastor Claiton Ivan Pommerening, a CGADB ignorou as críticas e concentrou sua nota em defender a visão teológica exposta na revista, que teria passado pelo crivo do Conselho de Doutrina da instituição.

Na nota, a CGADB diz que “não concorda e não aceita as críticas veiculadas em mídias sociais, contrárias às Lições Adultos, da EBD, do 3º Trimestre de 2021, “O plano de Deus para Israel em meio à infidelidade da nação”.

A nota ainda diz que os conselheiros teriam apresentado “parecer favorável” pela utilização de todo o material, já que não teriam identificado nas revistas qualquer conteúdo contrário à Declaração de Fé da Assembleia de Deus no Brasil.

Ainda de acordo com a nota, foi decidido pela Mesa Diretora da CGADB que será aberto um “processo ético disciplinar em desfavor dos responsáveis pelos fatos e suas publicações”.

Da mesma forma, a Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD), editora responsável pelas revistas, defendeu a publicação através de nota divulgada nas redes sociais, onde aponta que o material estaria “plenamente de acordo com as doutrinas esposadas pelas Assembleias de Deus no Brasil”.

A nota emitida pela CGADB é assinada pelo presidente da instituição, pastor José Wellington Costa Junior. Enquanto que a nota da CPAD é assinada pelo diretor, Ronaldo Rodrigues de Souza, e pelo 1º vice-presidente do conselho administrativo, Kemuel Sotero Pinheiro.

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