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Estudos Bíblicos

A pia de bronze: lugar de purificação

Subsídio para a Escola Bíblica Dominical da Lição 5 do trimestre sobre O Tabernáculo – Símbolos da Obra Redentora de Cristo.

Tiago Rosas

Publicado

em

A pia de bronze
A pia de bronze. (Foto: Reprodução)
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Nossa Lição de hoje dedica-se ao estudo do segundo móvel do tabernáculo, a pia de bronze, que ficava no átrio (ou pátio), entre o altar do holocausto (estudado semana passada) e o santuário propriamente (que passaremos a estudar na próxima semana). Mais do que um estudo descritivo, buscaremos encontrar os significados por trás daquele símbolo e as aplicações tipológicas e práticas do lavatório dos sacerdotes. Mui preciosas lições nos estão reservadas. Tenha sua Bíblia em mãos e como os crentes bereianos examine para ver se as coisas são realmente assim (At 17.10,11).

I. A pia de bronze: a importância da santidade

1. Características da pia

Os textos de Êxodo 30.17-21 e Êxodo 38.8 registram a orientação de Deus para Moisés quanto a construção da pia ou bacia do lavatório. Talvez tenha sido o móvel mais simples de todo o tabernáculo, e traz as seguintes características:

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(1) Era o segundo móvel do tabernáculo, feito apenas de bronze, tanto a bacia propriamente quanto o seu suporte, e abastecida de água (30.18);

(2) Feito com os espelhos ofertados pelas mulheres hebreias, que certamente foram derretidos e reutilizados (38.8);

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(3) Não tem dimensões específicas, embora ao menos a bacia tenha tido uma forma arredondada como sugere a maioria dos comentaristas e ilustradores;

(4) Era de uso exclusivo de “Arão e seus filhos”, isto é, sacerdotes e sumo-sacerdotes; não se pode dizer com certeza se era daqui que era tirada água para a lavagem dos animais oferecidos em sacrifícios diários, nem que os levitas em geral que auxiliavam no tabernáculo também se lavassem aqui (o que nos leva a inferir que houvessem outros recipientes de água disponíveis no tabernáculo para estes fins, que não apenas a pia de bronze, que era de uso exclusivo dos sacerdotes).

A imagem em destaque no começo do estudo corresponde a interpretação de alguns eminentes comentaristas como William MacDonald, para quem “a bacia talvez contivesse um vaso superior para lavar as mãos e outro inferior para lavar os pés” [1]. Entretanto, é impossível comprovar isso.

2. Sobre os espelhos para a pia de bronze: uma explicação cultural

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O leitor moderno da Bíblia não pode lê-la com os óculos culturais do século 21, antes deve procurar conhecer a cultura dos tempos bíblicos para poder interpretá-la corretamente. Tomemos o texto de Êxodo 38.8 que nos informa que a pia de bronze para o lavatório fora construído com os “espelhos das mulheres”. O leigo leitor, acostumado a ver-se diante de espelhos de vidro, poderá se questionar: como espelhos de vidro podem ajudar na fabricação de um lavatório de bronze? A explicação é simples e servirá para esclarecer outros textos da Bíblia sagrada e não somente o que fala sobre a pia de bronze. Vejamos o que Russel Norman Champlin escreveu:

Os antigos não possuíam espelhos de vidro. Antes, eram feitos espelhos de metal polido, os quais, quando bem feitos, podem reproduzir um reflexo razoável. (…) A arqueologia nos tem fornecido muitos exemplos de espelhos antigos. As mulheres hebreias tomaram consigo espelhos, que pediram das egípcias. Espelhos encontrados em Tebas são feitos de metal polido, quase redondos, inseridos em cabos de madeira, de pedra ou de metal. Um dos metais favoritos para o fabrico de espelhos, na antiguidade, era o cobre. Alguns desses espelhos eram altamente trabalhados, com figuras de pessoas, aves ou animais. Eram usados espelhinhos de mão, e alguns maiores que foram montados sobre uma mesa. Os espelhos de metal precisavam ser constantemente polidos (…). Espelhos de vidro parecem ter começado a ser fabricados no século I D.C. [ou seja, no primeiro século da nossa era, dias de Cristo em diante], mas os intérpretes afirmam que eles não davam tão boa imagem como os espelhos modernos, de muito maior tecnologia no fabrico. [2]

Portanto, que fique claro: nos tempos de Moisés não existiam espelhos de vidro, mas sim, espelhos de bronze (ou outros metais, como prata). Sem este entendimento, o leitor moderno pode não compreender por que Jó 37.18 fala de “espelho fundido”, nem também como em Êxodo 38.8 uma bacia de bronze poderia ter sido fabricada a partir de espelhos. Vejamos, ainda o texto de Paulo: “Agora, pois, vemos apenas um reflexo obscuro, como em espelho; mas, então, veremos face a face…” (1Co 13.12, NVI). Paulo fala de uma visão obscura como que por um espelho, justamente porque naquela época os espelhos feitos de metais davam uma visão razoável, porém embaçada – o que Paulo toma apropriadamente num sentido simbólico do nosso conhecimento parcial de Cristo. Concluímos: as mulheres hebreias doaram seus espelhos de bronze para a produção da pia de bronze no santo tabernáculo. A imagem abaixo é um registro fotográfico de um importante achado arqueológico: um espelho de bronze usado no antigo Egito:

3. Sobre a atitude das mulheres ofertantes

Já sabemos que a pia de bronze foi produzida a partir de doações das mulheres hebreias. O texto bíblico inclusive nos informa que estas mulheres doadoras “se reuniam para ministrar à porta da tenda da congregação” (Almeida Atualizada). Os comentaristas bíblicos admitem que é impossível afirmar a natureza específica do trabalho dessas mulheres, entretanto está claro que elas eram ativas e desempenhavam serviços na entrada do tabernáculo. Será que contavam com a liderança da profetisa Miriã, irmã de Moisés (Ex 15.20,21)? Não sabemos. Charles Ryre sugere que aquelas mulheres “talvez servissem cantando, ou limpando a tenda provisória”, antes da construção do tabernáculo ordenado por Deus [3]. Deus conta com a força, delicadeza, habilidade, perspicácia e generosidade das mulheres em sua obra!

Aquelas mulheres eram servidoras e doaram seus próprios espelhos de bronze para a construção da pia do lavatório. Aqui há algo mui digno de ser ressaltado: as mulheres hebreias renunciaram aos seus espelhos, usados para vaidade pessoal, e os entregaram para uso religioso no tabernáculo do Senhor. O tempo outrora gasto diante dos espelhos, agora seria investido diante do santuário nalgum serviço útil para Deus. Que preciosa lição para as mulheres cristãs do nosso tempo: a vaidade feminina deu lugar ao serviço feminino! Embora aquela geração de israelitas tantas vezes tenha desagradado ao Senhor, ainda é possível encontrar alguns bons exemplos de homens e mulheres piedosos no meio do povo.

O apóstolo Pedro, com ensino pastoral, orienta sobre como as mulheres cristãs devem se portar, não com vaidades, mas com boas obras: “A beleza de vocês não deve estar nos enfeites exteriores, como cabelos trançados e joias de ouro ou roupas finas. Pelo contrário, esteja no ser interior, que não perece, beleza demonstrada num espírito dócil e tranquilo, o que é de grande valor para Deus. Pois era assim que também costumavam adornar-se as santas mulheres do passado, que colocavam a sua esperança em Deus…” (1Pe 3.3-5).

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Mulheres de Deus, ouçam o que a Palavra diz! Que as vaidades pessoais deem lugar ao amor por Jesus e ao serviço em sua obra! Afinal, “a beleza é passageira e a formosura é vã, mas a mulher que teme a Deus essa será elogiada” (Pv 31.30). Façamos como aquelas antigas mulheres hebreias que ofertaram seus espelhos para o serviço santo; ou então, tomemos o exemplo daquela mulher pecadora que se humilhou diante de Cristo, ungindo os pés do Senhor com o perfume caríssimo (Lc 7.36-38), ou ainda como fez de igual modo nossa irmã Maria, que “pegando um frasco de perfume de nardo puro, muito precioso, ungiu os pés de Jesus… E toda a casa se encheu com o cheiro do perfume” (Jo 12.3). Sim, que as casas, igrejas e ruas se encham com o bom cheiro do testemunho das mulheres santas, com o bom odor de suas orações, com a agradável fragrância de suas boas obras!

Esta orientação serve tanto às mulheres como aos varões: que a santidade de Deus seja o grande adorno de nossas vidas, visto que somos hoje templo e morada do Deus santo (Sl 93.5; Jo 14.23; 1Co 6.19).

II. A pia de bronze: lugar de limpeza e pureza

Era comum que no terreno arenoso do deserto, pés e mãos dos sacerdotes se sujassem, ainda mais devido aos sacrifícios de animais que eram feitos costumeiramente ali no tabernáculo. E considerando a santidade da tenda do tabernáculo, onde ficava o Lugar Santo e o Lugar Santíssimo, com suas paredes revestidas de ouro e toda a mobília também revestida em ouro, diremos que seria uma verdadeira afronta o sacerdote querer adentrar àquele ambiente com pés e mãos sujos, manchando o ambiente sagrado. Precisava se lavar, sob pena de ser fulminado pelo próprio Deus caso levasse sujeira para o Lugar Santo.

O próprio Deus adverte: “lavarão as mãos e os pés, para que não morram” (Ex 30.21). E Deus é fogo consumidor para aqueles que não reverenciam a sua presença santa (Hb 12.29). Tão ciente estava disso o profeta Isaías que, ao vislumbrar a glória de Deus, envolto por anjos de fogo que eram os serafins, ele exclama: “Ai de mim! Pois estou perdido; porque sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios; os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos” (Is 6.5). Entretanto, sabendo a sinceridade de seu servo, o Senhor lhe envia um serafim com uma brasa viva tirada do altar do holocausto, toca-lhe e purifica-lhe os lábios e em seguida o vocaciona para grande missão (vv. 6-8).

O ato de lavar as mãos e os pés era mais que higiene pessoal e cuidados com a limpeza do ambiente santo. Era um ato simbólico que ressaltava naqueles dias do tabernáculo a necessidade de “higiene espiritual” por parte do adorador que aproximava-se de Deus, e que, tipologicamente, apontava para Cristo cujo sangue “nos purifica de todo pecado” (1Jo 1.7) e para a Sua Palavra que, ungida pelo Espírito, opera em nós uma higienização diária, limpando-nos das crendices, superstições, impurezas da mente e da má conduta. “Vós estais limpos, pela palavra que vos tenho falado”, assegurou Jesus aos seus discípulos (Jo 15.3). O ato simbólico de lavar os pés também se fez presente no ministério de Jesus (Jo 13.1-17), e, por longas datas, esta prática do lava-pés esteve presente na igreja cristã, como símbolo de comunhão e serviço.

Ninguém está apto a comparecer diante de Deus, permanecer em sua presença e oferecer-lhe adoração, a menos que tenha se banhado espiritualmente. A boa música do salmista Davi já ensinava: “Quem subirá ao monte do Senhor, ou quem estará no seu lugar santo? Aquele que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente. Este receberá a bênção do Senhor e a justiça do Deus da sua salvação” (Sl 24.3-5). Noutro salmo semelhante a este, Davi falava que são os que vivem com integridade que habitarão no tabernáculo do Senhor (Sl 15).

Jesus foi taxativo com o apóstolo Pedro: “Se eu te não lavar, não tens parte comigo” (Jo 13.8). Quantos que a exemplo de Judas Iscariotes estão entre os discípulos de Cristo, fazem parte da membresia da igreja, participam de departamentos na sua congregação, mas ainda não se deixaram lavar pelo sangue e pela Palavra de Cristo! (Jo 13.10.11). Estão cheios da sujeira da avareza, do orgulho, da ira, da sensualidade, da mentira, da idolatria, das contendas, das prostituições e de outras impurezas. Podem ter parte com a denominação, mas não têm parte com Cristo nem com a Igreja universal dos santos redimidos! Os impuros podem até viver uma vida inteira dentro das igrejas e envoltos de atividades religiosas, porém, somente os limpos de coração verão a Deus (Mt 5.8); somente aquele que é limpo de mãos e puro de coração habitará no tabernáculo eterno de Deus, o céu de glória que breve virá (Ap 21.2,3).

Reflitamos sobre isso e avaliemos se nossa vida tem sido banhada pela santa e santificadora Palavra de Deus!

III. Dois aspectos do rito de lavagem dos sacerdotes

1. A lavagem completa

Com a água da pia de bronze os sacerdotes, inclusive Arão, se banharam totalmente uma vez, por ocasião de sua consagração (Ex 29.4; Lv 8.6), mas deviam diariamente lavar mãos e pés, repetidas vezes, sempre que adentrassem ao tabernáculo para ministrar (Ex 30.20,21).

No sentido espiritual, esta lavagem completa já a obtivemos quando fomos feitos novas criaturas em Cristo Jesus, pela fé (2Co 5.17). Foi a nossa regeneração e a nossa santificação posicional, pela qual, conduzidos pelo Espírito Santo, fomos mudados da posição de pecadores perdidos para santos remidos (Tt 3.5; Cl 1.13). Agora sim podemos ir à presença de Deus com louvores e adoração, sem medo, “em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa” (Hb 10.22). Fomos lavados dos vícios, das gírias, das palavras torpes; sim, lavados dos maus desejos, das opressões demoníacas e de toda sorte de maldade. Por isso é que cantamos:

No nome santo – alegre canto:
Eu fui lavado – Santificado;
Vivi perdido – Mas sou remido.
No nome santo de Jesus! [4]

2. A lavagem progressiva e constante

Visto que a santificação é um processo de limpeza espiritual que só se completa por ocasião de nosso encontro final com o Senhor, e que diariamente lutamos contra o pecado “que tão de perto nos rodeia” (Hb 12.1), faz-se necessário que estejamos diariamente nos lavando “mãos e pés” nas águas do Espírito e da Palavra, como os sacerdotes que diariamente se lavavam naquele lavatório de bronze.

O lavatório de bronze não tem medidas especificadas no texto bíblico, pelo que Abraão de Almeida interpreta: “Não sabemos quais as dimensões dessa peça, assim como também não conhecemos todo o extraordinário poder purificador da Palavra de Deus” [5]. Jan Rouw e Paul Kiene acrescentam que temos aqui uma possível alusão a imensurável graça de Deus, visto que Ele “está sempre disposto a remover as nossas faltas e a nos restaurar cada vez que confessamos. Seu amor não tem limites” [6]. Ambas as interpretações são aplicáveis: nossa experiência diária com o texto sagrado produz novo conhecimento sobre Deus e sobre nós mesmos, e leva-nos à mudança de hábitos e aperfeiçoamento de nossa conduta, de modo que somos transformados de glória em glória (2Co 3.18). E é a graça de Deus, manifestando-se salvadora a todos os homens, que também nos ensina que “renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, e justa, e piamente,
Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo” (Tt 2.12,13).

Sobre o lavar contínuo das mãos e pés, é sabido que “mãos” na Bíblia são uma costumeira figura simbólica das obras que fazemos, enquanto que os “pés” são um símbolo dos caminhos que andamos. Nossos planos e nossas obras devem estar revestidos de santidade! Não podemos ir aonde Cristo não poderia nos fazer companhia, nem podemos fazer aquilo que Cristo não poderia ser nosso parceiro. Os homens salvos devem estar sempre em condições de erguer aos mãos santas em oração (1Tm 2.8), e as mulheres salvas devem sempre se ataviar com boas obras (1Tm 2.9,10).

Matthew Henry comenta com muita propriedade a simbologia do ato diário de lavar-se na pia de bronze:

Isto tinha a finalidade: (1) De lhes ensinar a pureza em todos os seus serviços, e imbuí-los de reverência pela santidade de Deus e de terror pelas corrupções do pecado. Eles não deveriam somente lavar-se, e conservar-se limpos quando foram consagrados pela primeira vez, mas deveriam lavar-se e conservar-se limpos sempre que desempenhassem o seu ministério. Somente aquele que é limpo de mãos e puro de coração estará no lugar santo de Deus, Salmos 24.3,4. E: (2) De nos ensinar que devemos comparecer diante de Deus diariamente, renovando diariamente o nosso arrependimento pelo pecado, e a nossa solicitação, com fé, do sangue de Cristo para a remissão das nossas almas. Pois em muitas coisas nós tropeçamos e nos contaminamos diariamente, João 13.8,10; Tiago 3.2. Esta é a preparação que devemos fazer para as ordenanças solenes. Limpai as mãos e purificai o coração, e então chegai-vos a Deus, Tiago 4.8. A isto Davi se refere em Salmos 26.6: “Lavo as minhas mãos na inocência. E assim andarei, Senhor, ao redor do teu altar” [7]

A Igreja do Senhor está verdadeiramente sendo banhada todos os dias, nas águas da santidade de Deus, a fim de que possa, como a linda jovem Ester diante do rei Assuero (Et 2.9-17), comparecer com pureza e beleza diante de seu Senhor, que a chamou para sua presença. Nas palavras do apóstolo Paulo, “Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível” (Ef 5.25-27).

Conclusão

“Quem não tem pecado atire a primeira pedra” – estas palavras de Jesus se transformaram num dito popular, quando queremos dizer que todos temos falhas morais e que antes de condenarmos os outros devemos nos autoavaliar. Pois bem, todos temos pecado. Seríamos mentirosos se disséssemos o contrário (1Jo 1.8). Aquele que é a Testemunha Fiel conhece nossas obras, e não raro sua avaliação sobre nós é esta: “não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus” (Ap 3.2). Num rápido exame de consciência, logo verificaríamos quanta sujeira está acumulada em nossa vida, necessitando ser removida e substituída pela santidade de Cristo. Façamos isso: confessemos a Deus nossos pecados, e supliquemos que nos lave por meio do seu santo Espírito que em nós habita. Não escondamos nossas mãos ou pés, deixemos que Cristo os lave quantas vezes preciso for! Aquele que se dobrou diante dos seus discípulos para lavar-lhes os pés, está hoje desejoso de lavar-nos das impurezas desta vida e fazer-nos santos e agradáveis ao Pai! “O teu pecado tu queres deixar? No sangue há poder, sim, há poder”.

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Referências
[1] William MacDonald. Comentário Bíblico Popular – Antigo Testamento, Mundo Cristão, p. 79
[2] R.N. Champlin. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia, 11° ed., vol. 2, Hagnos, p. 501
[3] Charles Ryre. Bíblia de Estudo Anotada Expandida, Mundo Cristão, Êxodo 38.8, nota de rodapé
[4] coro do hino 175 da Harpa Cristã, CPAD.
[5] Abraão de Almeida. O tabernáculo e a igreja, 3° ed., CPAD, p. 51
[6] Jan Rouw e Paul Kiene. A casa de ouro, p. 26
[7] Matthew Henry. Comentário Bíblico Antigo Testamento: Gênesis a Deuteronômio, CPAD, p. 324




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