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Religiosos progressistas defendem fim de “terapia de conversão” para gays

Declaração tem 370 apoiadores sobre a proibição de ajuda para pessoas LGBT.

Michael Caceres

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Bandeira do movimento LGBT
Bandeira do movimento LGBT (Foto: Astrobobo/Pexels)

Um grupo de religiosos progressistas chamados de Global Interfaith Commission on LGBT + Lives, lançou o “Declarando a Santidade da Vida e a Dignidade de Todos”, onde mais de 370 líderes assinaram a declaração que pede o fim da “terapia de conversão” para gays.

A conferência online do grupo foi patrocinada por dois importantes órgãos do governo do Reino Unido. Em julho deste ano o primeiro-ministro Boris Johnson chegou a dizer que a prática realizada especialmente por igrejas era “absolutamente abominável”.

Depois que Johson expos sua opinião publicamente em querer banir a “terapia de conversão” a conferência já começou ser organizada. O governo afirmou que pesquisas já estão sendo realizadas sobre o assunto, mas não afirmou nada sobre a proibição do ato neste momento, somente que ocorrerá.

Os diretores da Comissão são Jayne Ozanne, membro leigo do Sínodo Anglicano Geral e ativista pró-LGBT, Rev. Paul Bayes, bispo de Liverpool, rabina Laura Janner Klausner e também a ex-rabina sênior da Reforma do Judaísmo.

“Apelamos a todas as tentativas de mudar, suprimir ou apagar orientação sexual, de uma pessoa da identidade de género ou sexo expressão – comumente conhecido como ‘terapia de conversão’ – ao fim, e por estas práticas nocivas ao ser proibido”, diz a declaração.

Em contrapartida o diretor da Aliança Evangélica do Reino Unido na Irlanda do Norte, Peter Lynas disse que o comportamento extremo em relação à coerção de alguém deve ser banido, porém ainda existem os casos de mudança de comportamento e conversão, que fazem parte do cristianismo.

No caso de proibir qualquer tipo de ato em relação a uma pessoa LGBT, pode levar a criminalização de pastores e conselheiros ou até mesmo por alguém que ora por eles, disse Lynas. Já André Willians disse que essa iniciativa pode levar a proibição de conversas sobre o assunto e ameaça a liberdade de expressão.

De acordo com o Evangelical Focus os assinantes da declaração incluem a ex-presidente da Irlanda, Mary McAleese, o arcebispo Emérito da África do Sul, Desmond Tutu, o ex-rabino chefe da Irlanda, David Rose, além do Rabino Mel Gottlied vencedor do prêmio Nobel da Paz de 1984, e também o Rev. Michael-Ray Matthews da Alliance of Baptists.

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