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Professores entram na Justiça contra política de pronomes trans, nos EUA

Conselho escolar tenta obrigar professores a usar termos de gênero.

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Professoras Kim Wright e Monica Gill (Foto: Reprodução/Alliance Defending Freedom)
Professoras Kim Wright e Monica Gill (Foto: Reprodução/Alliance Defending Freedom)

Alguns professores estão tentando levar ao tribunal uma política recém-aprovada exigindo, entre outras coisas, que os funcionários usem os nomes e pronomes que estudantes identificados como trans preferirem, nos Estados Unidos.

A professora de história, Monica Gill, da Escola Secundária do Condado de Loudoun e a professora de inglês da Smart’s Mill Middle School, Kim Wright, apresentaram uma queixa para impedir a nova política aprovada na semana passada pelo Conselho Escolar do Condado de Loudoun.

Com votos de 7 a 2, o conselho aprovou a Política 8040: “Direitos dos Estudantes Transgêneros e gênero expansivo”, apesar da considerável oposição à proposta de alguns professores e pais.

A reclamação argumenta que os professores se opõem à política porque acreditam que ela “comunica que a identidade de gênero, em vez da realidade biológica, molda e define fundamentalmente quem realmente somos como humanos, que nosso sexo pode mudar, e que uma mulher que se identifica como homem realmente é um homem.”

A denúncia alega ainda que, se os professores cumprissem a política, seriam forçados a comunicar uma mensagem que eles acreditam ser falsa. Acrescentando que o distrito escolar se recusou a encontrar um meio termo e fez este caso sobre muito mais do que títulos ou pronomes

“Os funcionários públicos não podem ser forçados a contradizer suas crenças fundamentais apenas para manter um emprego. A liberdade de expressão e exercício religioso inclui a liberdade de não falar mensagens contra nossas crenças fundamentais”, afirmou Tyson Langhofer, da Alliance Defending Freedom (entidade americana de defesa da liberdade religiosa).

O LCPS recomendou que as escolas “se esforcem para eliminar práticas baseadas em gênero”, alegando que essas práticas “podem ter o efeito de marginalizar, estigmatizar e excluir os alunos, independentemente de sua identidade de gênero ou expressão de gênero”.

“Exemplos de práticas que podem ser baseadas no gênero, e que devem ser eliminadas, incluem atividades em grupo, homecoming baseado em gênero ou bailes, limitações sobre quem pode participar como ‘casais’ em bailes escolares e eventos baseados em gênero, como bailes de pai-filha”, dizia o documento segundo The Christian Post.

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