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Pastor baleado libera perdão para criminoso

Líder evangélico foi baleado, mas acabou sobrevivendo e perdoando criminoso.

Michael Caceres

em

pastor Bill A. Peppard e família
Pastor Bill A. Peppard e família (Foto: Reprodução/Arquivos Pessoais)

Em 27 de outubro de 1996, Bill A. Peppard foi baleado com uma espingarda serrada calibre 12, 45 centímetros de distância, quando dormia em sua casa em Michigan, ele até achou que fosse um pesadelo, mas infelizmente não era. A propriedade de 20 acres da família Peppards, em Milford, foi invadida por um intruso um dia depois do casamento de sua filha mais velha, Jennifer. com Joe J. Anderson. As 5 da manhã do dia seguinte, o atirador entrou no quarto onde Bill e sua esposa JoAnne dormiam, acendeu a luz e ergueu a espingarda.

“A bala atravessou minha carne, passou pela parede e entrou no jardim da frente”, lembrou Bill, agora com 69 anos de idade.  Suas filhas Jodi, na época com 18 anos, e Leah, com 16 anos, estavam na residência quando seu pai foi baleado.

Luta pela vida

Bill conta que levantou o braço antes do tiro de espingarda, e acredita que foi inspirado por um anjo a fazer isso, pois a bala de 30 gramas de chumbo ficou a dois centímetros do seu fígado e a 5 centímetros de seu coração. JoAnne achou que seria a próxima atingida, mas o atirador saiu sem fazer mal a mais ninguém.

Com o telefone fixo da casa cortado pelo invasor, Jodi saiu de casa e dirigiu 3 km até a casa do vizinho mais próximo para poder ligar para polícia, enquanto Leah segurava as toalhas apertando o corpo aberto de seu pai, tentando salvar a sua vida.

45 minutos depois chegou o resgate, Bill achou que morreria, pois ele sangrava demais, um dos socorristas disse que ele não chegaria ao hospital vivo, contou ele, mas ele permaneceu consciente e chegou ao hospital que era cerca de 16 km de distância de sua residência.

Ao todo Peppard perdeu 7 litros de sangue, os próprios médicos não tinham muita esperança, pois é muito raro alguém sobreviver a um tiro de um calibre 12 a queima-roupa e sobreviver. Ele passou por uma cirurgia e milagrosamente saiu do hospital em 10 dias, contrariando a previsão médica de no mínimo seis semanas de internação.

Liberando o perdão

A polícia coletou algumas informações e já tinha um suspeito em mente, um homem que tinha começado a frequentar a Assembleia de Deus de Milford. Em 1986 Bill assumiu como pastor de uma congregação em Michigan. O homem suspeito se tornou amigo de Peppard na época.

Mas ele começou a demonstrar que estava apaixonado por JoAnne, e começou a perseguir. Ao ser confrontado pelo pastor ele admitiu que iria casar com JoAnne e também com sua filha Jennifer e disse que Bill era um péssimo pai e um marido horrível.

Os líderes do ministério exigiram que ele deixasse a igreja, ele saiu silenciosamente, mas Bill afirmou que sete anos depois ele voltou para mata-lo.  Oito semanas depois quando ele voltou a pregar no altar, o homem apareceu na igreja e Peppard o avistou e declarou ali mesmo no púlpito que havia perdoado a pessoa que tinha atirado nele.

Mesmo liberando o perdão, a família do pastor viveu uma jornada para se recuperar do susto, e serviu de exemplo para muitas pessoas. O principal suspeito de atirar em Bill nunca foi acusado, pois não tinha provas suficientes, mas ele morreu com 60 anos, alguns anos atrás com vários problemas de saúde, relatou a Assembleia de Deus.

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