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Caso que opõe religião e homossexualismo vai a Suprema Corte dos EUA

Agência de adoção católica teve atividades interrompidas por ser contra adoção por gays.

Michael Caceres

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Ativistas gays em manifestação. (Foto: Delia Giandeini/Unsplash)

A Suprema Corte dos Estados Unidos (EUA) deverá julgar um caso que opõe convicção religiosa e homossexualismo, depois que uma agência de adoção católica da Filadélfia, Pensilvânia, teve seus serviços interrompidos por avisar qeu encaminharia indivíduos homossexuais que desejassem adotar para outras agências.

Depois de fazer esse aviso, autoridades da Filadélfia decidiram que o ato seria preconceituoso e decidiram barrar os o Serviço Social Católico (CSS, na sigla em inglês). A agência jamais atendeu homossexuais que desejassem adotar crianças, apenas havia avisado que faria esse encaminhamento por conta de suas convicções religiosas.

O procurador-geral Hashim Mooppan, que trabalha na defesa dos Serviços Sociais Católicos, apontou que há dezenas de agências de adoção disponíveis e que não há nenhuma evidência ou relato de que algum homossexual tenha sido discriminado pela agência católica.

“Existem dezenas de agências de adoção disponíveis para atender casais gays na cidade de Filadélfia”, disse Mooppan. “E não há evidências de que algum casal gay jamais tenha tentado usar o CSS como sua agência.”

Na avaliação do procurador-geral, apenas a ideia de que a agência teria de rejeitar esse público já está sendo vista como suficiente para que a Filadélfia restrinja os negócios do CSS com orfanatos. James Amato, que faz parte da agência, diz que o ministério está preso à margem da lei.

“Estamos prontos para fornecer lares amorosos para crianças necessitadas, mas nosso ministério está preso à margem”, disse.

Para o advogado Neal Katyal, que representa a cidade, as autoridades locais têm o direito de fazer isso, acusando a CSS de tentar ocupar funções estatais. “O governo tem amplos poderes para impor condições a empreiteiros como o CSS que estão no lugar do governo no desempenho de funções governamentais”, disse.

A CBN News aponta que o caso ganhou proporções de embate entre liberdade religiosa e homossexualismo pelo fato de a cidade estar tentando impor que a agência católica abandone suas crenças na Bíblia para beneficiar o público LGBT, que poderia procurar facilmente outra agência.

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