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Pastor é indiciado por dizer que se opõe às pautas LGBT e progressistas

Delegado diz que pastor promoveu discurso “preconceituoso e discriminatório”.

Michael Caceres

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Guaracy Júnior é presidente da Igreja do Evangelho Quadrangular no Amapá.
Guaracy Júnior é presidente da Igreja do Evangelho Quadrangular no Amapá (Foto: Reprodução/Facebook)

A Polícia Civil indiciou o pastor Guaracy Júnior, presidente da Igreja do Evangelho Quadrangular do Amapá, por “crime de racismo” qualificado contra o público LGBT, por ter afirmado que se opõe às pautas do grupo durante campanha eleitoral.

O pastor foi denunciado por declarações feitas em uma live no dia 10 de dezembro, quando declarou sua posição conservadora e cristã de que não apoiava candidatos que defendem a causa LGBT e pautas progressistas.

No ano de 2020, o pastor concorreu à prefeitura de Macapá pelo PSL, mas acabou em 6º lugar na votação do 1º turno. Durante a campanha, ele disse em live que não apoiaria nenhum dos candidatos que disputavam o 2º turno. Na época concorriam Dr. Furlan (Cidadania) e Josiel (DEM).

“Entendo que quem apoia pautas esquerdistas, pautas LGBT, pautas progressistas, não merece o apoio do povo cristão. […] Hoje eu me deparei com essas posições, comparei a posição do candidato Josiel, que apoia as mesmas pautas, então decido não apoiar nenhum candidato que possa envergonhar o povo do Amapá com essas ideias e pautas progressistas. Digo, de maneira clara, não apoio nenhum tipo de discriminação social ou sexual, porém entendo que nós não podemos estar ligados como cristãos a esse tipo de grupo”, disse na época.

Surpreendentemente, apesar de a live ter sido uma resposta aos eleitores, feita de dentro do hospital, quando ele estava internado por sintomas graves da covid-19, o vídeo acabou sendo usado para tentar punir o líder evangélico.

O delegado Neuton Júnior, da 5ª Delegacia (5ª DP), OUVIU REPRESENTANTES DO Conselho Estadual LGBT e concluiu que o pastor promoveu discurso “preconceituoso e discriminatório”.

“Uma vez que, com a intenção de agradar supostos eleitores defensores da pauta conservadora, passou a promover discurso preconceituoso e discriminatório, inclusive ligando a população LGBT+, sem provas e elementos para isso, com o envolvimento com a pedofilia, que, como se sabe, é crime”, justificou o delegado.

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