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devocional

Promova a justiça, não o juízo

Você precisa usar seu trabalho para promover a justiça e a retidão dos céus na Terra.

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Balança da justiça (Foto: Elena Mozhvilo/Unsplash)

“Fale em favor daqueles que não podem se defender; garanta justiça para os que estão aflitos.” (Provérbios 31:8)

Cada um de nós possui uma medida de autoridade dada por Deus e um lugar de influência.

Nessa posição, possuímos uma plataforma onde podemos e devemos fazer o que é justo.

No contexto desse verso, a mãe do Rei o está aconselhando a partir da autoridade que ele tem: governo do reino. Contudo, o conselho serve pra nós também como princípio.

Toda posição que Deus nos coloca é uma posição para promover a justiça divina.

O justo segue princípios porque eles irão promover a justiça, não necessariamente o sucesso.

A justiça de Deus não é nossa justiça. Justiça não é juízo. Justiça é a promoção da igualdade de oportunidades, não igualdade de resultados.

Aquilo que você trabalha deveria/deve representar sua maior posição de influência e autoridade. Toda posição de autoridade é dada a partir de um trabalho, uma missão.

Não importa se é costurar, palestrar ou pintar uma parede.

Você precisa usar seu trabalho para promover a justiça e a retidão dos céus na Terra.

Deixa que do juízo Deus cuida. Nós somos promotores da justiça e equidade divina.

Em nossa relação com o Pai, compreender o sentido da justiça divina é muito importante para não termos uma visão errada de quem Deus é.

Nosso coração tende a querer promover o juízo, a punição das pessoas. Tendemos a ser o irmão mais velho do filho pródigo.

Neste momento, julgamos as pessoas como não merecedoras do que têm ou fazem.

Se julgamos, nos colocando no lugar de Deus.
Se acusamos, nos colocamos no lugar do diabo.

Nosso lugar é promover justiça, e o Justo Juiz fará seu julgamento como, onde e quando sua vontade assim o desejar.

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