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Os crentes e os Beatles

Definitivamente os nativos digitais são disruptivos e estão abalando a compreensão sociológica.

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Os Beatles (Foto: Reprodução/Domínio Público)

Pesquisa da Censuswide destaca que um em cada três jovens britânicos não conhece os beatles. Ok. Qual a relevância dessa informação para nós lideres cristãos?

Pensemos: Os Beatles são símbolo de uma época. Reacionários, extravagantes, liberais, ícones da cultura do seu tempo.

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A geração Z, conhecidos como nativos digitais, contempla pré adolescentes (nascidos até 2010), portando com 12 anos hoje, mas comporta pessoas com até 27 anos (nascidos após 1995 e até 2010).

Ou seja, jovens, formados, que já estão sendo inseridos no mercado de trabalho, muitos já casados, até com filhos e economicamente ativos.

Segundo estudo da McKinsey, no Brasil, eles (os Zs) compõem 20% da população do país.

Depois dos “Zs”, já temos a geração Alpha, que são os nascidos a partir de 2010 e essas crianças não veem separação entre on e offline, o que muda totalmente a forma de se relacionar com outras pessoas e com o mundo.

Voltemos aos Beatles. Os besouros marcaram uma época, influenciaram o mundo e venderam nada menos que em torno de 200 milhões de discos dos seus álbuns, mas hoje, 1 em cada 3 britânicos, país onde nasceram, sequer os conhece!

Definitivamente os nativos digitais são disruptivos e estão abalando a compreensão sociológica.

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Como pais, pastores e líderes, temos a missão de comunicar as verdades eternas do Evangelho a essa geração, e sabemos que quem convence o coração é o Espírito Santo. Mas estaremos atrapalhando muito a ação do parakletos se não formos capazes de entender essas gerações para que eles nos ouçam e a semente seja lançada em boa terra!

Em se tratando de igreja, devemos admitir o quando antes que as gerações Z e Alpha não são institucionais e muito menos denominacionais. Eles são relacionais. São movidos por causas e possuem profundo senso de responsabilidade social e conectividade.

Se são relacionais devemos nos perguntar e responder honestamente: Estamos criando um ambiente de relacionamentos saudáveis para eles? Estamos comunicando as verdades eternas do Evangelho considerando a sua alta conectividade?

Estamos tocando seus corações ou estamos apenas os mantendo de corpo presente em nossas celebrações e atividades?

David Kinnaman, no livro geração perdida afirma: “Os discípulos de Jesus não podem ser produzidos em massa. Os discípulos são feitos à mão, um por um: um relacionamento de cada vez.

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E aí, vamos lá, um por um: um relacionamento de cada vez?

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Pastor presidente da Igreja Assembleia de Deus de Lajeado/RS; Advogado (OAB/RS 94.097); Especialista em Estado Constitucional e Liberdade Religiosa pelas Universidades Presbiteriana Mackenzie (SP), Coimbra (Portugal) e Oxford (Reino Unido); Membro Conselheiro do IBDR (Instituto Brasileiro de Direito e Religião); Assessor jurídico da CIEPADERGS (Convenção de Igrejas e Pastores da Assembleia de Deus no RS).

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