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cosmovisão

Lições do confronto

Precisamos colocar nos murais eternos das nossas memórias, as vitórias que o Eterno.

Cícero Araújo

em

Bíblia e Espada
Bíblia e Espada (Foto: Direitos Reservados/Deposiphotos)

O campo de batalha estava preparado. De um lado, israelitas apreensivos, exaustos e psicologicamente aterrorizados, antes mesmo de empunhar suas espadas. Do outro lado, filisteus vorazes e sanguinários. Os dois exércitos estavam separados apenas por um vale, cuja paisagem logo mais seria o palco do épico confronto: Davi x Golias. Sobre tal confronto canções seriam entoadas e transmitidas de geração em geração, exaltando a proeza registrada nos anais sagrados da história bíblica.

Até então não se via no “ringue” do exército israelita um oponente à altura do monstruoso gigante que os desafiava diariamente. A ponta da lança do gigante pesava mais de sete quilos e a sua armadura completa tinha entre 55kg e 70kg; sua estatura de aproximadamente três metros era uma ameaça para um homem de estatura comum, os judeus da época tinham em média 1,5 metros de altura. Ninguém se apresentava para enfrentá-lo fisicamente com armas e armaduras. No entanto, todos já estavam travando uma batalha no campo dos confrontos emocionais por causa dos aguilhões psicológicos usados pelo inimigo. Os gritos ferozes e desafiadores do beligerante gigante eram ardis constantes nas mentes apavoradas dos soldados israelitas. Eles causavam maiores danos do que as poderosas armas de ferro e bronze, pois atingiam o coração e, de tão afiados, feriam o âmago da alma daqueles homens. Suas motivações diluíam-se em medo e pavor extremo no campo dessa emotiva batalha. O estrago causado em suas emoções e autoestima poderia ser incurável.

Diariamente, os soldados de Israel tentavam avançar. Chamando uns aos outros à peleja com gritos tímidos, as tropas formavam-se em ordem de batalha. No entanto, quando pensavam em atacar, o poderoso gigante afugentava-os com sua munição psicológica:

“Para que saís!? Vós, servos de Saul […]” — Chamava-os de escravos (servos), não de guerreiros.

“Dai-me um homem.” — pela a expressão, chamava-os de frouxos, não de soldados (ou de homens).

Além de desferir esses insultos, como uma munição de longo alcance, contra Saul e seu exército, Golias também afrontava o próprio Deus (o autor sagrado, ao que parece, não se atreveu a registrar as palavras de afronta contra o nome do Eterno). Tal cena repetia-se pela manhã e à tarde numa batalha psicoemocional que já durava mais de um mês (quarenta dias). Os soldados israelitas, desmotivados, com medo e sem um general que os inspirassem, recuavam atônitos e apavorados. Desse modo, via-se um exército campeão sucumbindo ao medo extremo. Exército que outrora venceu inimigos, conquistou reinos e já havia sido vitorioso sobre os próprios filisteus num passado próximo. Naquele momento, esse exército mantinha-se de joelhos diante de um homem destrutível, corruptível e fadado à morte. Com medo, aqueles soldados não percebiam que de durável o inimigo tinha apenas a armadura. Evidentemente haviam esquecido as conquistas passadas e as bênçãos que Deus proporcionara até então. Em linhas gerais, o exército de Israel cegou diante de um oponente de carne e osso.

Decorrido já mais de um mês desde que começou esse horripilante cenário belicoso que assombrava aqueles soldados, suas esperanças já se esvaiam quando surgiu no palco desse confronto semita um moço com indumentárias de pastor — atividade que desempenhava na sua família, pastoreando os rebanhos de seu pai. Seu nome era Davi e, naquele dia, ele estava visitando o exército como um entregador de lanches a mando de seu pai (1Sm 17.17).

Esse jovem usava suas habilidades musicais na corte real, tocando sua harpa para acalmar o assombrado coração do rei Saul. Ele revezava essa atividade com o seu trabalho de apascentar as preciosas ovelhas de seu pai, as quais protegia de inimigos vorazes como leões e ursos (Um leão adulto pode ter entre 2,7 e três metros de comprimento, atingir um metro de altura do ombro ao chão e pesar entre 170 e 230 quilos. Um urso adulto pode ter até três metros e pesar 800 quilos). Desde cedo, Davi acumulava experiência em confrontar e derrubar gigantes pelo poder de Deus.

Até aquele momento, cintilava uma áurea de insegurança, desconfiança e desdém contra o jovem pastor por parte do medroso e confrontado exército israelita, o próprio rei via-o como um simples garoto franzino e até mesmo seus irmãos consideravam-no um intruso com segundas intenções. Todavia, Davi contagiou todos com sua autoestima e seu depoimento pastoril, apresentando uma extraordinária no Deus de Israel. Não demorou para ele convencer Saul a permiti-lo duelar contra o gigante.

Ao apresentar-se para o confronto, foi subestimado pelo colossal oponente, que o desprezou de imediato quando viu sua gentil presença — mesmo em batalha não deixava de ser simpático nem se declinava para o mal. Podemos imaginar Davi de queixo erguido, com um meio sorriso confiante no rosto, caminhando de modo descontraído e dando passos seguros em direção ao terrível filisteu. Era um garoto judeu diferente (ruivo) e fora dos padrões militares da época, parecia uma piada para o gigante, que se sentiu provocado com o minúsculo adversário. Sem falar de suas armas — funda, alforje e cajado —, estas pareciam indicar que Golias era visto mais como um cão do que como o soldado de elite que era.

Por outro lado, Davi estava munido de uma fé inabalável, uma autoestima determinante e uma coragem contagiante. Seu exemplo motiva-nos a vencer os medos, as frustações e os problemas cotidianos que combatem diuturnamente, em nossa mente e ao nosso redor, tentando sedimentar nossas emoções com pavor oriundo das mais diversas fontes (Mt 7.25). Ainda hoje, a surpreendente história do seu confronto com Golias ensina-nos lições valiosas, das quais podemos destacar pelos menos três:

PRIMEIRA LIÇÃO: O primeiro gigante a ser vencido é o psicológico

O discurso de Davi foi singular, digno de um grande general quando motiva suas tropas antes de entrar numa batalha. O pronunciamento do jovem não era apenas uma sequência de palavras motivacionais, ele transcendeu as emoções e confirmou seu discurso com suas ações de fé no Deus poderoso e relacional, que o tinha como amigo. Naquele momento, Davi determinou sua vitória não levando em conta o seu tamanho, as suas armas e a sua situação em relação ao oponente gigante. Davi venceu o medo, destruiu as preocupações e exterminou as dúvidas, ele superou esses gigantes primeiro – os psicológicos e emocionais – para depois duelar com o de carne, osso e armadura: “Hoje mesmo o Senhor te entregará na minha mão, e ferir-te-ei, e tirar-te-ei a cabeça” (1Sm 17.46).

Em linhas gerais, a lição davídica desse confronto instiga-nos a vencermos previamente os gigantes dos temores psicoemocionais, a olhar para os desafios e não os considerar problemas insolúveis quando há uma saída e uma solução, mesmo que não seja de uma forma simplesmente racional, mas divina.

Nossas emoções devem estar alinhadas com a nossa fé, elas não podem ser abatidas se o nosso espírito estiver confiante (Sl 42). Caso contrário, antes mesmo de partirmos para o campo minado das batalhas cotidianas (no trabalho, lidando com pessoas difíceis; na escola, tentando vencer o amargo bullying; no ministério com os seus desafios; enfim, na complexidade da vida e nas suas relações sociais inevitáveis), nossa alma poderá sucumbir ao medo — com tantos “porquê”, “se”, “será”, “talvez” — levando-nos a recuar diante dos desafios e conduzindo-nos para um canto escuro definhados pelas redes sociais — a Elysium virtual da modernidade — que só engana e não trás descanso espiritual, trapaceando ferozmente contra nossas frágeis emoções e sugando nossas últimas esperanças e forças, impedindo-nos de prosseguirmos perante os desafios e de vencê-los.

O que mais assombrava os israelitas era o titânico gigante do medo. Mediante ameaças e pressões psicológicas, Golias influenciava aqueles homens a não entrar na batalha. Seus atômicos discursos fulminavam a frágil coragem daquele exército. O primeiro campo de batalha, na verdade, não foi propriamente em Elá, mas sim na mente de cada soldado. O primeiro gigante a ser derrotado deveria ser o gigante psicológico do medo.

Relacionamentos indesejados, ansiedade acelerada, vida agitada, sociedade individualista, amizades materialistas, situação econômica deficitária, relacionamentos amorosos em fiasco, tudo isso gera MEDO, preocupação e ansiedade. São males que devem ser vencidos ainda no campo dos pensamentos, antes de sairmos para a realidade palpável e empírica, visto que ela nos espera vorazmente para nodoar nossas esperanças indefesas quando não as protegemos em Cristo.

O entusiasmo de Davi lapidava sua face e tornava seu semblante agradável independentemente das circunstâncias, mesmo marchando em direção à morte iminente — algo que ele julgava impossível de acontecer e que de fato não ocorreu. Por meio de sua fé determinada no grandioso Deus que servia, de modo resoluto e seguindo a passos confiantes, Davi venceu o gigante ainda na sua mente à medida que se aproximava do confronto.

Vença seus medos e problemas ainda na sua mente. “Confia no Senhor e faze o bem; habitarás na terra, e verdadeiramente serás alimentado. Deleita-te também no Senhor, e te concederá os desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele o fará.” (Sl 37.3-5).

O medo desfoca a fé e macula a razão, já a confiança estabiliza nossos sentimentos para a operação da fé. A confiança é um ingrediente da fé, que a auxilia nas conquistas e vitórias pelo simples fato de que “os que confiam no SENHOR serão como o monte de Sião, que não se abala, mas permanece para sempre.” (Sl 125.1). Os nossos gigantes serão enfim destruídos, o que nos lembra e faz levar para da segunda lição.

SEGUNDA LIÇÃO: Ser grande não indica eternidade… Ser gigante não significa ser indestrutível.

Cegos pelos temores e sentindo-se inferiores por causa do próprio tamanho, os soldados viam o gigante — com sua alta estatura e superioridade bélica — como um ser indestrutível. Porém, a despeito disso, o gigante era mortal. Carne, ossos, tecidos biológicos e artérias sanguíneas era o que havia por baixo da sua tão protetória, porém falha, armadura. Só bastava um tiro certeiro para golpeá-lo e fazê-lo cair.

Quantas vezes olhamos para nossos gigantescos problemas e somos impedidos emocionalmente de transpor as barreiras do “impossível” e de contemplar as possíveis vitórias! Consideramos os avolumados problemas e as situações de calamidade como gigantes eternos, oponentes que sempre aparecem nas batalhas diárias. Diante de cenários caóticos, temos dificuldade de reconhecer que todos esses gigantes são passageiros.

Independentemente das circunstâncias e do tamanho dos problemas, tenha por certo que as provações, mesmo sendo grandes e frequentes, não são eternas. Seja confiante e intrépido na certeza de que esses gigantes serão vencidos! Mais uma vez, digo-lhe: as batalhas terão fim e as vitórias, as conquistas e a sua capacidade de superar a pressão causada pelas situações calamitosas que lhe confrontam são as únicas coisas que permanecerão. “Por isso, peguem agora a armadura que Deus lhes dá. Assim, quando chegar o dia de enfrentarem as forças do mal, vocês poderão resistir aos ataques do inimigo e, depois de lutarem até o fim, vocês continuarão firmes, sem recuar.” (Ef 6.13-NTLH).

A batalha no campo espiritual, bem como no físico, é uma realidade para nós cristãos. Com fúria, forças malignas têm investido em nosso cotidiano. Resistir é uma questão de fé. É preciso, portanto, estarmos revestidos de uma armadura, não de bronze ou de ferro como a de Golias, mas espiritual, como a apresentada por Paulo.

Forças do mal nos confrontam diuturnamente. Se não estivermos preparados, não somente psicologicamente, mas também espiritualmente, seremos vencidos por esses gigantes. No entanto, quando estamos armados, protegidos e revestidos da armadura divina, mesmo que demore, nossos inimigos serão vencidos e nós seremos aqueles que permanecerão de pé.

Depois de lutarmos firme e constantemente sem desistir, de irmos até o fim sem fugir dos problemas e de não sucumbirmos à depressão e ao suicídio, enxergaremos a destrutibilidade do gigante apesar de sua grandeza. Diante das afrontas aparentemente eternas, podemos até tombar e cair, mas, se ficarmos firmes no combate, logo perceberemos e testemunharemos que nossos problemas não são eternos, indestrutíveis, insolúveis, mesmo que sejam grandes e vorazes. Portanto, continue firme sem recuar, a vitória é certa por Cristo Jesus nosso Senhor!

Infelizmente, os israelitas não perceberam isso de imediato, foi preciso que um pequeno garoto, que tinha em sua bagagem espiritual uma confiança aguçada no Deus dos exércitos celestes, mostrasse que o gigante não era sinônimo de durabilidade e imortalidade. Seus grandes problemas bélicos não eram eternos, o fim já estava predeterminado. Davi, por meio da sua fé, acreditava que Deus usaria uma pequena pedra contra o corpulento gigante e não havia chances de ele errar. Para os israelitas, Golias parecia um enorme e indestrutível oponente. Por isso, foi tão incrível o fato de Davi prevalecer sobre o “aparente eterno gigante” simplesmente com uma funda e uma pedra, provando que aquele gigante era apenas uma falível, mortal e destrutível arma biológica de guerra filisteia.

Depois de um inverno intenso e aparentemente infindável, surgirá a primavera radiante e florida com potencial excessivo para gerar frutos. Depois de seu inverno de lutas e provações, virá sua vitória com flores e frutos espirituais! (cf. 2Tm 2.6-7)

Depois de uma madrugada quase interminável e avassaladora de ansiedade, raiará a luz de uma manhã radiante de bênçãos e vitórias na sua vida! (cf. Sl 30.5)

Depois de uma espera em oração, paciente e interminavelmente confiante, a sua resposta virá e com ela haverá segurança, firmeza, transformação, bênçãos sobre bênçãos! (cf. Sl 40.1)

Portanto, espera “um pouco mais de tempo, um pouco mesmo, e virá aquele que tem de vir; ele não vai demorar” (Hb 10.37-NTLH). Gigantes serão destruídos, problemas resolvidos e vitórias conquistadas! E essas vitórias deverão ser sempre lembradas, como Davi fez, o que nos leva até a terceira lição.

TERCEIRA LIÇÃO: Vitórias passadas deverão ser sempre lembradas

“[…] Saul feriu os seus milhares, porém Davi, os seus dez milhares.”

(1 Samuel 18.7)

Um cântico ou poema é bem mais fácil de memorizar do que uma história escrita de forma tradicional. Por gerações, o louvor supracitado tem relembrado a grande conquista do garoto hebreu — a derrota do gigante representou dez milhares de filisteus vencidos.

Quanto a Saul, vimos que ele foi simplesmente recepcionado pelos cânticos frenéticos que as mulheres israelitas cantavam bailando, enquanto Davi foi laureado no regresso da batalha. Daquele dia em diante, Saul não viu Davi mais com bons olhos. A inveja consumiu o rei, este ficou indignado reivindicando os dez milhares que as mulheres atribuíram a Davi, já que ele foi reconhecido somente pelos milhares.

Quando ocorre uma situação de revés, são os cânticos a Deus que nos sustentam recobrando nossos ânimos e dando-nos capacidade para prosseguir. Ademais, por intermédio destes, relembramos o lado bom de conquistas e vitórias que vivenciamos no passado.

Além do cântico lírico sobre suas glórias bélicas, Davi tinha as armas do gigante na sua tenda. Penso eu que frequentemente esses elementos traziam a lembrança do grande feito que foi um simples garoto vencer o monstruoso filisteu (1Sm 17.54).

Davi sabia que suas memórias seriam traiçoeiras se não visse, de vez em quando, o troféu — representado por aquelas armas — conquistado por Deus e entregue a ele. Armadura, lança, escudo, todo o aparato de guerra do gigante agora era como uma lembrança da vitória bem ali em sua tenda. Nos dias de incertezas, dúvidas, fragilidades e melancolia causadas por outros desafios e/ou por mais batalhas, essa lembrança serviria para renová-lo e encorajá-lo, então destemidamente Davi avançaria para mais uma vitória!

Se Deus te abençoou no passado, é certo que também dará vitória no futuro. Portanto, alegra-te no presente e frequentemente pense nessas vitórias, pois elas devem ser sempre lembradas. Nossas vitórias devem ser como um memorial em nosso coração.

A espada de Golias foi guardada no tabernáculo. Ela era como um memorial — um troféu representando a incomparável vitória de Israel, conquistada por intermédio de Davi, contra o temível filisteu. Não era uma simples espada, era a espada. Simbolizava a vitória sobre um gigante indestrutível e feroz que fora vencido e morto por um camponês pastor de ovelhas usando uma simples funda e uma pequena pedra. Era a representação de uma vitória tão grande, como jamais houve em eras passadas, que é possível imaginar as histórias, compartilhadas a volta de fogueiras, acerca desse incomparável acontecimento.

Quando passavam e entravam na Casa de Deus — no Tabernáculo — os fiéis podiam contemplar a grandiosidade de seu Deus e o que Ele é capaz de fazer com seus inimigos por meio de quem estiver disposto a ser usado por Ele. Assim, a espada era um memorial, um troféu que lembrava, inspirava, motivava, encorajava, recobrava os ânimos e fortalecia a fé de quem a via. Como o próprio Davi declarou ao segurá-la novamente: “não há outra semelhante” (1Sm 21.9). Quando a tocou, creio que veio em sua mente uma avalanche de memórias confortadoras, fortalecedoras e motivadoras. Com ela em punho, Davi sabia que o Senhor dar-lhe-ia vitórias novamente.

Indiscutivelmente, é preciso colocarmos nos murais eternos das nossas memórias, as vitórias que o ETERNO nos deu no passado. Curas, resoluções de problemas familiares e livramentos precisam ser constantemente mencionados para não caírem no esquecimento. A lembrança das vitórias proporciona uma maior segurança em Deus, envolve nossas emoções em um sentimento de confiança e desperta uma fé extraordinária no Senhor para a solução de nossos problemas presentes. Confie e vivencie o milagre hoje mediante as vitórias passadas que lhe foram concedidas. Lembre-se: nossos medos e preocupações são os primeiros a serem eliminados e, depois disso, talvez nem reste mais inimigos; problemas não duram para sempre, eles aparecem por um propósito e, depois de cumpri-lo, somem!  (Sl 40; Rm 5); Cristo nos deu vitória no passado e também dará no presente! (Hb 13.8).

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Bacharel em Teologia pela FAETAD/GLOBAL UNIVERSITY. Licenciado em Biologia pela Universidade Estadual Vale do Acaraú-CE. Pós-graduando em Liderança e ADM. Eclesiástica. Pastor na Assembleia de Deus em Barroquinha-CE

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