Siga-nos!

igreja

Homem está sendo acusado de crime por orar silenciosamente contra o aborto

Homem que se arrepende de ter pagado pelo abordo de seu filho se dedica a ajudar pessoas afetadas.

em

Adam Smith-Connor (Foto: Reprodução/ADF UK)

As autoridades locais de Bournemouth, na Inglaterra, decidiram acusar um pai e veterano do exército que fez uma oração silenciosa em uma “zona de buffer”, apelidada por alguns como “zonas de censura”, de uma clínica de aborto.

De acordo com Christian Today, a zona de buffer proíbe protestos, assédio, intimidação ou fotografia de visitantes ou funcionários dentro de 150 metros da clínica de aborto. As restrições abrangem orações, aconselhamento e oferta de informações ou ajuda às mulheres que visitam a clínica.

Assim, Adam Smith-Connor recebeu uma multa no ano passado por violar os termos dessas zonas no mês anterior. Ele afirma que estava orando silenciosamente por seu filho que foi abortado há mais de 20 anos. Agora, Adam se arrepende de ter pagado pelo aborto, e dedica seu tempo para orar pelas pessoas afetadas pelo aborto e por aquelas que estão contemplando fazê-lo.

Nesse sentido, a ADF, que está representando Smith-Connor, disse que as acusações “são uma surpresa” após o Conselho de Bournemouth, Christchurch e Poole (BCP) ter se abstido de processar dentro do prazo legal. A ADF afirma que a polícia também havia informado anteriormente a Smith-Connor que ele não estava infringindo a lei.

Desse modo, a primeira audiência será realizada no Tribunal de Magistrados de Bournemouth em 9 de agosto, onde será marcada a data do julgamento. Espera-se que ele se declare “não culpado” na audiência.

“Ninguém deveria ser processado por uma oração silenciosa. É inimaginável que, em uma sociedade aparentemente livre, eu esteja sendo criminalmente acusado pelo que eu expressei em silêncio, em minha própria mente”, disse.

Por fim, seu conselheiro jurídico, Jeremiah Igunnubole da ADF UK, disse que o caso “não tem lugar em um país com um compromisso histórico e orgulhoso com o estado de direito”. Ele apontou que isso é “uma notável concentração de poder, tornando o conselho o juiz, o júri e o executor.”

“Ao permitir o processo de uma oração silenciosa, estamos navegando em águas perigosas em relação às proteções dos direitos humanos no Reino Unido. Zonas de censura são inerentemente erradas e geram confusão legal sobre o direito ao livre pensamento”, concluiu.

Trending