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Sociedade

Celular de Anderson do Carmo foi conectado na casa de Yvelise de Oliveira horas após o crime, diz polícia

“Isso não existe. Estou perplexo”, afirmou Arolde de Oliveira (PSD). Ele acredita que pode ter havido sabotagem

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Anderson do Carmo, Yvelise de Oliveira e Flordelis. (Foto: Reprodução)

A empresária Yvelise de Oliveira, diretora do Grupo MK, foi intimada pela Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo a prestar depoimento sobre o aparelho do pastor Anderson do Carmo, esposo da cantora Flordelis que faz parte do cast da gravadora.

O telefone celular é procurado desde o dia do crime. Em um primeiro momento, a polícia falou sobre um motorista de aplicativo que teria afirmado que uma das netas da deputada federal havia jogado o aparelho no mar.

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Mas novas informações divulgadas esta semana afirmam que um chip registrado em nome de Yvelise, esposa do senador Arolde de Oliveira (PSD), havia sido conectado no aparelho desaparecido e que este mesmo aparelho foi conectado ao wi-fi da casa do senador na Barra da Tijuca (RJ).

A equipe da delegada Bárbara Lomba, responsável pelo caso, também confirmou ao G1 que, horas depois de ser utilizado no Rio, o celular foi levado para Brasília.

O telefone também foi conectado ao wi-fi de outro endereço residencial antes de desaparecer em definitivo.

Em nota enviada ao jornal O Globo, Arolde afirmou “estar perplexo”.

“Cabe o ônus da prova a quem acusa. Nunca imaginei um ataque desta natureza. Deus é maior que isso tudo. Yvelise está tão perplexa quanto eu estou, e estamos achando que pode ter sido uma clonagem”, disse o senador que não foi intimado.

Yvelise deve comparecer na delegacia para esclarecer como o aparelho foi parar em sua residência e qual o motivo do acesso aos dados de um chip registrado em seu nome.

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