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Opinião

“Veja” a cristofobia disfarçada de jornalismo

Damares Alves e a cruzada da velha mídia

Maycson Rodrigues

Publicado

em

Damares Alves
Damares Alves. (Foto: José Cruz/Agência Brasil)
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Caro leitor, sabemos que furos de reportagem existem e devem ser analisados com isonomia no seu sentido jurídico e imparcialidade no seu sentido amplo. Vale sempre aquele ditado: onde há fumaça, há fogo.

No entanto, por detrás dessa “eficiência” midiática não há como não perceber que certos políticos são alvos quase que diuturnos de uma massa comunicadora que classifica sua prática pelo verbo “noticiar”, quando na verdade o verbo mais adequado é “perseguir”.

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Longe de mim descredibilizar todo jornalista que critica o Governo. Prezo pela democracia e pela Constituição. Sou a favor de uma imprensa livre, porém responsável pela forma que faz jornalismo e por cada notícia que publica.

Eu mesmo sou um crítico do Governo, quando julgo necessário e pertinente criticá-lo.

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Não podemos nos esquecer de que Damares Alves é alvo dessa grande mídia desde janeiro. Imagina um Governo indo pro quinto mês no poder e notícias de menor importância – como o azul e o rosa, por exemplo – ganhando vitrine nacional e até mundial por razão de portais como Veja e os do Grupo Globo ter o interesse de manchar ou mesmo assassinar a reputação da ministra que eles gostam de qualificar como “de extrema direita”?

Ninguém é incriticável, mas o que estão fazendo com ela é no mínimo covardia.

Agora, querem plantar a notícia de que ela está preparando sua saída para dezembro.

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E se ela sair antes? Vão dizer que ela quis se antecipar? E se sair depois? Vão dizer que ela protelou apenas para tornar a notícia da Veja falsa?

O jogo aqui envolve a verdade ou a prevalência de que pessoas públicas com um pensamento dissonante do que é hegemônico tenham voz e autoridade para investigar os possíveis abusos envolvendo a pauta dos “Direitos Humanos”, como, por exemplo, os 10 bilhões pagos a 39.000 pessoas a mando de Lula e Dilma sob o argumento de que tais pessoas foram perseguidas ou prejudicadas durante o regime militar?

Será que Damares é este monstro que a mídia global cristofóbica pinta ou toda esta perseguição e torcida pelo seu fracasso e demissão tem a ver com a sua luta contra o crime organizado, seja na área da pedofilia ou na área do tráfico de drogas?

Não é à toa que tentaram jogar uma bomba na igreja em que ela estava, nem mesmo as ameaças na deep web, que já foram interceptadas pela polícia. Quando uma mulher de fibra bate de frente com o sistema, o resultado é toda forma de se tentar desestabilizar sua vida e saúde para que o trabalho não avance.

Em suma, não temos de cair na conversa fiada de muitos desses veículos jornalísticos, pois eles já provaram por A + B que possuem lado – e quem está do lado oposto será caçado até cair.

Que a Damares Alves seja livrada por Deus como pessoa humana que é acima de tudo e que, como ministra, ela possa não somente desmentir com palavras e sustentar-se no cargo até após dezembro; que ela vá até o fim do mandato e todos os jornalistas, artistas e políticos cristofóbicos mantenham o mesmo silêncio ensurdecedor que expressaram nesta semana, quando o tanque do “democrata” Maduro atropelou cidadãos venezuelanos que estavam e ainda estão lutando pela própria liberdade.




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