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Educação

Universidades públicas criam “robô transgênero” para conversar com jovens sobre gênero

Amanda Selfie usa dialeto “pajubá” da comunidade LGBT.

Michael Caceres

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Robô criado por universidades para atrair jovens
Robô criado por universidades para atrair jovens (Foto: Divulgação)

Um “robô transgênero” de nome Amanda Selfie foi criado por universidades públicas para falar sobre sexo e ideologia de gênero aos jovens.

Com redes sociais, linguagem em gírias e um perfil característico, o projeto tem o objetivo de atrair jovens entre 15 e 19 anos.

A iniciativa é da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Através do robô, eles pretendem atrair voluntários para uma pesquisa que verifica o uso e a eficácia da Profilaxia Pré-exposição ao HIV (PrEP) como método preventivo ao vírus.

Essa medicação já está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) para adultos, acima dos 18 anos, mas deverá ter sua eficácia testada entre os jovens.

A pesquisa é financiada pelo Ministério da Saúde e pela Unaids, órgão da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Além da linguagem típica da geração Z, o robô Amanda interage com os jovens pelas redes sociais da pesquisa, utilizando as gírias em “pajubá”, um dialeto usado pela comunidade LGBT.

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