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Política

Toffoli completa um ano à frente do STF com crises e polêmicas

Ano é marcado por pautas de costumes, ativismo judicial e pedidos de impeachment.

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Dias Toffoli. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, completou um ano à frente da Casa, com um mandato tomado por crises e polêmicas. Além da forte rejeição da sociedade, Toffoli enfrenta pedidos de impeachment e investigação.

Apesar de negar o “ativismo do Judiciário”, Toffoli definiu para o seu primeiro ano de mandato o julgamento das chamadas “pautas de costumes”, se antecipando ao Congresso Nacional e abordando temas que ainda estão em debate no Legislativo.

O Supremo chegou a legislar sobre a criação de uma lei sobre crimes de preconceito contra lésbicas, gays, travestis e transexuais, equiparando a homofobia ao crime de racismo, gerando muitas manifestações na sociedade.

Em seu primeiro ano, o ministro colocou o STF na linha de frente das manifestações populares, ao virar alvo das críticas de movimentos.

Tornou-se em pouco tempo um dos assuntos mais comentados nas redes sociais.

Quanto viu seu nome ligado a casos de corrupção, com uma delação que o citava como “o amigo do amigo de meu pai”, o ministro usou o Supremo para censurar a revista “Crusoé” e o site “O Antagonista”.

No entanto, Toffoli derrubou a decisão do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, que mandou recolher livros considerados impróprios para crianças que estavam expostos indevidamente na Bienal do Livro.