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Ciência & Saúde

Teoria da evolução é contestada por mais de mil cientistas

Para eles, todo cientista deve ser cético quanto ao estudo de Charles Darwin

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Charles Darwin
Charles Darwin. (Foto: John Collier)
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A teoria da evolução proposta por Charles Darwin está sendo contestada por mais de 1.000 cientistas através de uma declaração pública assinada por profissionais de diversas partes do mundo.

“Somos céticos quanto às afirmações de que a capacidade de mutação aleatória e seleção natural é responsável pela complexidade da vida. Um exame cuidadoso das evidências da teoria darwiniana deveria ser estimulado”, diz a declaração.

Publicada no site Dissent From Darwin, a declaração foi noticiada pelo Evolution News, uma publicação online do Discovery Institute, que promove a teoria do design inteligente.

O principal ponto da dúvida sobre a teoria é que ela não pode ser provada. “Como nenhum cientista pode mostrar como o mecanismo de Darwin consegue produzir a complexidade da vida, todo cientista deve ser cético”, diz o biólogo Douglas Axe, diretor do Instituto Biológico. “O fato de a maioria não admitir isso expõe o efeito doentio da pressão dos pares sobre o discurso científico”.

Entre os signatários há 15 cientistas da Academia Nacional de Ciências em países como Rússia, República Tcheca, Brasil, Inglaterra e Estados Unidos. Muitos deles são professores ou pesquisadores de importantes universidades e instituições internacionais de pesquisa, como a Universidade de Cambridge, o Museu de História Natural de Londres, a Universidade Estatal de Moscou, a Universidade de Hong Kong, a Universidade de Stellenbosch na África do Sul, o Instituto de Paleontologia Humaine na França, a Universidade Ben-Gurion em Israel, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), o Instituto Smithsonian, a Universidade Yale e Universidade de Princeton.

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