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igreja perseguida

“Tentaram me matar, agora são crentes”, testemunha

Cristã compartilhou testemunho sobre perseguição.

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Cristã perseguida
Cristã perseguida (Foto: Reprodução/Portas Abertas)

Widow Kusum suportou muitas coisas por causa de sua em Jesus. Já foi culpada pela morte de seu marido e impedida de enterrar o próprio filho, tudo porque permanece em Cristo.

Enquanto Kusum cresce na fé, ela enfrenta constantes abusos verbais de outros moradores. Seu sogro já chamou sua fé de tóxica, até mesmo ameaçando sua vida.

E, apesar de todas as dificuldades, ela continua compartilhando o Jesus que ela ama.

Kusum compartilha o evangelho

“Todos os dias eu vou a diferentes casas de crentes na minha aldeia para orarmos. No resto do tempo eu estou ocupada com trabalho doméstico”, Kusum diz. “Devido a minha fé cristã, eu enfrentei muitas perseguições pela família do meu marido e dos moradores, mas agora muitos moradores da minha aldeia estão se convertendo. Desde o lockdown, 10 famílias se converteram a Cristo!”

Muitas das pessoas da aldeia que se converteram estavam doentes, e foram curadas após irem à igreja. Mas o mais esperado por Kusum é a resposta para suas orações – as pessoas mais perto delas estão começando a conhecer Jesus.

“Os familiares de meu marido costumavam me perseguir, mas agora eles acreditam em Cristo. Muitas vezes eles costumavam vir até minha casa para me matar. Eu sempre orei por eles. O Senhor ouviu minhas orações e agora eles são crentes”, disse.

A vida no confinamento

Assim como para muitos, a vida não tem sido a mesma para Kusum durante o lockdown do COVID-19.

“O trabalho parou. Minha condição financeira não estava boa… mas mesmo naquela época, Deus ajudou minha família e supriu nossas necessidades. Também tive ajuda dos parceiros locais da Portas Abertas”, contou ela.

“Eu fiquei muito doente durante o lockdown. Também fui fazer tratamento no hospital mas não fui curada. Eu fui curada através de orações. Eu tinha um machucado em meu nariz, e não conseguia ouvir em um dos meus ouvidos. Quando estava doente, jejuei por três dias. Eu pedi orações de cura a tantas pessoas. As pessoas oravam por mim através do telefone. Deus escutou as orações e me curou”, diz Kusum de acordo com a organização Portas Abertas.

A perseguição continua

Kusum pede por orações como as perseguições continuam em sua volta, especialmente desde que mais e mais pessoas da aldeia estão vindo até Cristo.

“A perseguição ainda acontece em aldeias vizinhas” ela compartilha. “Estamos recebendo água potável da bomba de mão da aldeia. Agora, estamos recebendo rações no cartão racionado, mas algumas pessoas da aldeia estão dizendo que vão parar nosso cartão racionado e não irão sequer nos fornecer água. O número de crentes também está crescendo na minha aldeia, então o povo das aldeias próximas está incitando o povo de nossa aldeia contra nós”, disse.

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