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Mundo Cristão

Satanás está atacando a masculinidade bíblica, alerta pastor

“O que estamos vendo, e continuaremos a ver, é a dizimação da família, porque o homem é a base da família e a família é a base da sociedade”, afirma.

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Tony Evans. (Foto: Icon Media Group)

O pastor norte-americano Tony Evans, da igreja Oak Cliff Bible Fellowship em Dallas, EUA, fez um alerta sobre os designos de satanás em minar os homens e desintegrar a família e a sociedade.

“O que estamos vendo, e continuaremos a ver, é a dizimação da família, porque o homem é a base da família e a família é a base da sociedade”, declarou ele em entrevista ao The Christian Post.

Ele acredita que a masculinidade bíblica vem sendo ameaçada exatamente para cumprir o papel de destruir a família. “O que o inimigo está fazendo é tentar se livrar do caráter masculino, psicologicamente, emocionalmente e funcionalmente, e é isso que a cultura está fazendo atualmente”, completou.

Na visão do pastor, o mesmo que aconteceu na época de Moisés está acontecendo nos dias de hoje, isso é, querem matar os homens. “Nos dias de Moisés e nos dias de Jesus, eles mataram todos os homens, porque queriam controlar o que estava acontecendo em uma comunidade de pessoas entre os judeus”.

Evans, que também é fundador e presidente do ministério ‘The Urban Alternative’, apontou que na comunidade afro-americana, por exemplo, quase 70% das crianças nascem de mães solteiras, o que significa que a maioria das crianças é criada sem uma influência masculina positiva na vida delas.

“Então, você está à beira do desastre como comunidade”, disse ele. “Não que as mulheres não sejam ótimas e capazes, mas isso é pedir que elas façam mais do que aquilo que elas foram criadas para fazer. Então, retornar à visão correta do casamento e uma visão correta da família é fundamental, e isso começa com a visão correta do homem”.

O pastor entende que há algumas razões para essa guerra contra os homens, a primeira delas é a lacuna deixada por aqueles que falharam em seus papéis. Outra causa seria a mudança cultural que tem levado os homens a distorcerem os seus papéis.

“As pessoas sentem que os homens têm sido opressivos para as mulheres e, até certo ponto, isso é verdade. São mulheres que querem se libertar do efeito tóxico dessa pressão negativa. Mas, por outro lado, os homens receberam da televisão, da mídia, da música, informações erradas sobre a masculinidade, de modo que acreditam estar fazendo o melhor que sabem”, disse ele.

“Então temos que lhes dar novos conhecimentos e novas definições. Nós vamos ter que pedir ao sexo oposto para encorajar essa definição correta”, declarou ele.

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