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Rodrigo Silva rebate acusação de discriminação por criticar Templo Satânico

Teólogo reforçou que a inclusão deve ser feita, mas com critérios.

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Rodrigo Silva. (Foto: Reprodução / Youtube)

Rodrigo Silva, arqueólogo e teólogo, rebateu em suas redes sociais nessa quarta-feira (20), a acusação de discriminação defendida pelo Templo Satânico.

Ele publicou em seu Instagram, a imagem de um protesto realizado pelo Templo Satânico no ano de 2018, em Arkansas (EUA), o grupo em questão pedia “direitos iguais” a todas as religiões.

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“Dizer que algo é biblicamente errado não é sinônimo de discriminação”, mas “o silêncio quanto a verdades bíblicas inconvenientes pode ser perigoso”, disse Rodrigo na legenda.

O posicionamento do Templo Satânico, se deu na ocasião, por refutarem à instalação do Monumento aos Dez Mandamentos, na parte externa do Capitólio de Arkansas.

“A inclusão é importante e deve ser praticada, mas com critérios”, alertou Rodrigo Silva.

O caso do Templo Satânico, foi usado pelo professor de Teologia e Arqueologia da UNASP a fim de esclarecer sua opinião.

“Por causa do preconceito é difícil dizer quantos satanistas há no mundo. Poucos arriscam se identificar como servos do ‘tinhoso’. Mas, de acordo com o livro The Invention of Satanism, publicado por Oxford, o culto ao diabo está crescendo entre os jovens. E se forem poucos, isso também não faria dos satanistas uma minoria a ser ‘incluída’? Claro que sim. A pergunta é, como?”, questionou professor Rodrigo.

Rodrigo apresentou uma situação hipotética envolvendo satanistas e cristãos. A exemplo disso, ele argumentou que se os satanistas estiverem envolvidos politicamente, os cristãos podem ser proibidos de reagir aos demônios, expulsando-os ou dizendo que ele é mau.

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“Adoradores de Satanás poderão reivindicar o direito de não serem discriminados por crentes que dizem que seu culto é errado. Será ‘satanofobia”, explicou ele.

Silva disse ainda que não está “jogando indireta” para esse grupo, e não nega que a “igreja foi intolerante no passado”, principalmente na caça às bruxas.

 

Segundo o professor, é necessário defender o direito de concordar com o que a bíblia diz sem pretensão de ser “politicamente correta”.

Ele esclareceu que não está “jogando uma indireta” para uma pauta específica e nem nega que a “igreja foi intolerante no passado” em sua caça às bruxas. O que ele defende é o “direito de afirmar o que a Bíblia diz sem os melindres do ‘politicamente correto’”.

“O que me preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons” disse Rodrigo em referência a frase de Martin Luther King.

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“Silêncio, inclusive, acerca de verdades que a Bíblia diz, mas que geram dislikes no mundo pós-moderno” concluiu.

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