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Relatório argumenta que “progresso” LGBT não ameaça cristãos

Relatório considera visão bíblica como ultrapassada.

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Ativistas LGBT
Ativistas de movimento LGBT (Foto: Gotta Be Worth It/Pexels)

Em um estudo intitulado “O progresso LGBT é visto como um ataque aos cristãos? Examinando crenças cristãs/de orientação sexual de soma zero”, foi publicado em janeiro pelo Journal of Personality and Social Psychology da APA, o relatório argumenta que o “progresso” LGBT não ameaça os cristãos.

A pesquisa conduzida por Clara Wilkins, Chad Miller, Jaclyn Lisnek e Lerone Martin, Joseph Wellman e Negin Toosi, contou com estudos baseados em cinco grupos. Alguns dos estudos incluíram cristãos, indivíduos LGBT e não-cristãos. A participação em outros foi limitada aos cristãos.

George Yancey, professor da Universidade Baylor cujo trabalho foi citado no relatório, acusou os autores de enganar seus leitores.

“Eles citaram com precisão que eu não achei um aumento no sentimento anti cristão, mas não citaram que também descobri que aqueles com sentimento anti cristão tornaram-se mais poderosos na sociedade nas últimas décadas. Desnecessário dizer que, mesmo que aqueles com atitudes anti cristãs não aumentem em número, se aumentarem no poder, eles têm mais capacidade de agir sobre sua intolerância religiosa”, disse ele.

A introdução do relatório afirma que, como as políticas e leis sociais “mudaram para conceder mais direitos aos indivíduos LGBT”, alguns cristãos nos Estados Unidos têm argumentado que “que os direitos LGBT impedem a liberdade religiosa dos cristãos”.

“Demonstrar que as crenças dos cristãos sobre o conflito com minorias sexuais são moldadas por suas compreensões sobre valores cristãos, mudança social, interpretação da Bíblia e em resposta às instituições religiosas”, é o objetivo dos autores segundo The Christian Post.

Eles concluíram que “embora tenham havido ganhos sociais significativos para as minorias sexuais, esses provavelmente não correspondem ao crescente viés contra os cristãos, apesar das perspectivas de alguns cristãos”.

Os autores alegaram que os cristãos com crenças tradicionais sobre casamento e sexualidade querem “relegar minorias sexuais ao status subordinado — talvez como um meio de reduzir sua influência social”.

O diretor do Centro para a Visão de Mundo Bíblico, David Closson,  disse que o relatório forneceu o mais recente exemplo da ideia de que as crenças cristãs ortodoxas sobre casamento e sexualidade são cada vez mais vistas não apenas como ultrapassadas e intolerantes, mas como subversivas e perigosas.

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