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Mundo Cristão

Rede de fast food não abre aos domingos: “Dia do Senhor”

Chick-fil-A deixa de lucrar US$ 1,2 bilhão por ano por conta dessa decisão.

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Chick-fil-A. (Foto: Reprodução / Fox News)

A rede de fast food Chick-fil-A poderia lucrar US$ 1,2 bilhão a mais por ano se abrisse aos domingos, mas a empresa, que pertence aos irmãos Cathy, segue um pacto de não abrir aos domingos por ser o “Dia do Senhor”.

Fundada por Truett Cathy, a rede de restaurantes que comercializa frango nos Estados Unidos é tão famosa por lá quanto o McDonald’s e chega a faturar muito mais que a famosa rede de hambúrgueres nos EUA, a diferença está no horário de atendimento.

“Seremos fiéis ao senhorio de Cristo em nossas vidas. Como cristãos comprometidos, viveremos uma vida de devoção altruísta a Seu chamado em nossas vidas”, diz o pacto assinado pelos irmãos Dan T. Cathy, Bubba Cathy, Trudy Cathy, assim que Dan assumiu a companhia.

O livro lançando pelo fundador da empresa, “Eat Mor Chikin: Inspire Mais Pessoas”, traz detalhes de como a fé motiva os donos do estabelecimento que são cristãos fervorosos.

Mesmo funcionando de segunda à sábado, a Chick-fil-A faturou US$ 10,46 bilhões em vendas nos EUA em 2018, o lucro poderia ter sido maior, segundo a Entrepreneur.com, que avalia a perda de mais de US$ 1 bilhão por estar fechada aos domingos.

“Embora o McDonald’s não divulgue o tráfego durante o dia, há evidências de que os fins de semana são particularmente movimentados, o que significa que ele pode anunciar 15% de suas vendas no domingo”, segundo 24/7 Wall Street.

“Se o Chick-fil-A tiver um padrão de tráfego semelhante, os domingos poderão gerar vendas de pelo menos US$ 1,2 bilhão”, declara o site.

Apesar da perda, os atuais donos da rede não pensam em desistir do pacto. Os funcionários estão satisfeitos. Em 2017 a Chick-fil-A chegou a aparecer entre as 100 melhores empresas para se trabalhar.

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