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Queiroga rebate juiz e lembra que vacinas “não são obrigatórias”

Ministro da Saúde afirmou que vacinas foram autorizadas no âmbito da emergência sanitária.

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Marcelo Queiroga
Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, rebateu a informação de que os pais poderiam responder e até mesmo perder a guarda dos filhos caso se recusassem a vacinar as crianças contra a Covid-19.

Em um tuite ao Secretário Nacional do Audiovisual, Felipe C. Pedri, Queiroga lembrou que as vacinas “são emergenciais e foram autorizadas no âmbito da emergência sanitária” e que “são incluídas apenas no PNO” (Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra Covid-19).

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O comentário se deu em resposta ao juiz Iberê Dias, da Vara da Infância e Juventude de Guarulhos (SP), que defendeu que a população deve denunciar os pais que não vacinarem seus filhos contra a Covid-19, em uma clara ameaça a liberdade.

Ele ainda fez clara ameaça de perda da guarda dos filhos, caso os pais se recusem a vacinar as crianças, embora ainda haja muitas dúvidas sobre o uso do medicamento.

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O secretário do Audiovisual, Felipe Pedri, havia lembrado que só é obrigatória a vacinação dos imunizantes que estão no Programa Nacional de Imunizações (PNI), o que não é o caso da vacina contra a Covid-19.

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