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Política

PT volta a defender Maduro, atacando Bolsonaro e Trump

Sigla divulgou ‘nota em repúdio’ após Brasil não reconhecer novo mandato de ditador venezuelano

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Quando estava no poder, Partido dos Trabalhadores (PT) foi um dos fiadores do bolivarianismo implantado na Venezuela com Hugo Chavéz e que se agravou com Nicolás Maduro. Com a chegada de Jair Bolsonaro à presidência, a relação entre os dois países mudou. O governante brasileiro considera o regime do país vizinho uma “ditadura”, como deixou claro em entrevistas.

Na última sexta (4), o Brasil acompanhou a decisão do Grupo de Lima – bloco de países latinos que monitoram a crise na Venezuela – anunciando que não reconhece o novo mandato de Maduro e pedir novas eleições. A reação do PT veio em forma de “nota de repúdio“, publicada no site oficial da sigla.

Assinada por Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, Lindbergh Farias e Paulo Pimenta, o texto diz que a decisão do governo de apoiar a declaração do Grupo de Lima “é uma incitação a um golpe de Estado” e “contraria as mais altas tradições da diplomacia do Brasil”.

Além de criticar Bolsonaro, busca atingir também o governo dos Estados Unidos. “Essa decisão agressiva do governo brasileiro demonstra que o nosso país já não tem mais política externa autônoma, tendo-se alinhado acriticamente, e contra seus próprios interesses, à agenda geopolítica belicista e antilatinoamericana de Donad Trump.”



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