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Proibidos de cantar nas igrejas, cristãos saem para adorar nas ruas da Califórnia

Movimento se reuniu na famosa ponte Golden Gate e criticou hipocrisia das autoridades.

Michael Caceres

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Sean Feucht lidera protesto do Hold The Line (Divulgação)

Com seus templos fechados por imposição do governador Gavin Newsom, que se recusa a reabrir as igrejas em São Francisco, centenas de evangélicos tomaram as ruas da Califórnia para um “protesto com adoração”. O ponto principal do evento foi a ponte Golden Gate, local turístico da cidade.

No meio da obra icônica as pessoas se reuniram por duas horas para adorar e desafiar a nova ordem do governador democrata para que os templos sejam fechados. “Estávamos protestando com adoração”, disse à Fox News Sean Feucht, líder da Bethel Church e fundador do movimento político Hold The Line.

“Ninguém estava ali por raiva”, explicou Feucht. “Nós estávamos apenas adorando, declarando uma bênção sobre o estado da Califórnia. Enquanto eles perseguem e discriminam, nós abençoamos. Queremos liberar a esperança e unir a Igreja em adoração”, disse.

Com o aumento de casos pela covid-19 no estado, com 336 mil casos confirmados da doença, atrás apenas de Nova York (406 mil casos), as autoridades determinaram que os locais de culto deveriam “interromper as atividades de canto e funcionar com 25% da capacidade de público, sendo que não podem ultrapassar o máximo de 100 participantes”.

A decisão de fechar novamente os templos gerou muitas críticas, já que os líderes evangélicos têm respeitado as orientações sanitárias, enquanto que protestos do grupo Black Lives Matter acabam sendo incentivados pelas autoridades, mesmo não respeitando as normas para preservação da saúde.

“Sobre à proibição de cantar, acredito que é hipocrisia, porque as autoridades do estado estão incentivando protestos”, disse Feucht. “Na pior das hipóteses, é discriminação contra a igreja porque não podemos nos encontrar em grupos com mais de 100″, finalizou.

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