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Prestes a tirar a própria vida, prostituta de templo hindu conhece Jesus

Haida teve a vida mudada pelo evangelho e recebe ajuda de ministério.

Neto Gregório

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Haida. (Foto: MNN)

Apesar de proibido na Índia, o estilo de vida devadasi permanece no interior do país. Devadasis são prostitutas de templos hindus dedicadas a um deus em particular. Elas realizam “favores” sexuais e, grande parte do dinheiro que ganham vai para o templo como “oferta religiosa”.

Haida tinha apenas sete anos quando se tornou uma devadasi para Yellamma. Sua família adorava a deusa, e sua mãe acabou a pressionando para o serviço religioso.

O medo manteve Haida escravizada na prostituição do templo e roubou sua infância. Ela teve duas filhas de homens diferentes. Quando jovem, precisava trabalhar fora do templo para sustentá-las.

Sem alfabetização, Haida temia que as filhas seguissem o mesmo caminho que ela seguiu. Desesperada, pensou em tirar a própria vida. Até que houve a intervenção divina.

Raheema, primo de Haida, era cristão e a fez uma visita exatamente no dia em que ela planejava o suicídio. Ele contou a história de Jesus a ela e como Cristo a amava. Foi aí que ela teve esperança.

Raheema participava das aulas de alfabetização de adultos do ministério Mission Network, que atua na Índia e a convidou a participar. O curso é vital para mulheres como Haida, porque oferece novas oportunidades na vida.

Erick Morsehead, que atua no país hindu, afirma que “uma das melhores coisas sobre as aulas de alfabetização de adultos é que eles, pela primeira vez, conseguem entender seu valor – em família, em sua comunidade, seu valor para si e por último e mais importante, o valor que Deus colocou sobre eles”.

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