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Mundo Cristão

Pregador de rua será indenizado após prisão por “islamofobia”

Ele pregava do lado de fora de uma estação de metrô e foi enviado para fora da cidade para não “violar a paz”

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Oluwole Ilesanmi. (Foto: Reprodução / Youtube)

Em fevereiro deste ano o pregador de rua Oluwole Ilesanmi foi preso no Reino Unido por falsa acusação de “islamofobia”. Agora ele conseguiu ser indenizado em 2.500 libras (aproximadamente R$ 11.543) pela Scotland Yard pela prisão injusta.

Segundo a CBN News, o pregador foi preso pela polícia metropolitana de Londres e levado a oito quilômetros de distância para impedir que ele pregasse o evangelho.

Um vídeo que viralizou na Inglaterra mostra a polícia arrancando a Bíblia da mão do pregador enquanto ele implorava: “Não leve minha Bíblia embora. Tudo que eu queria era que eles entendessem a Palavra de Deus”, dizia Ilesanmi.

O homem pregava do lado de fora da estação de metrô de Southgate, no norte de Londres. Ao abordá-lo, os polícias disseram que ele seria preso por “violar a paz”. O homem foi liberado depois na beira da jurisdição em Wrotham Park, fora da zona de transporte de Londres.

Perdido e sem dinheiro para voltar para casa, ele precisou pedir ajuda para conseguir voltar para a região onde mora.

Após a prisão de Olu, Christian Concern lançou uma petição pedindo ao governo britânico que fizesse mais para proteger os direitos dos pregadores de rua. A petição recebeu mais de 38.000 assinaturas das pessoas que demonstraram seu apoio.

A fundadora e diretora executiva da Christian Concern, Andrea Williams, esperava que a petição ajudasse a “proteger a liberdade dos pregadores de rua”, garantindo que os policiais usem apenas seus poderes de prisão quando isso for absolutamente necessário.

“A pregação de rua no Reino Unido tem uma história longa e célebre. A pregação ao ar livre é a única maneira de garantir que todo o público tenha a oportunidade de responder ao amor de Jesus Cristo”, disse Williams.

Com a decisão, o homem será indenizado por sua detenção injusta e falsa prisão, danos agravados por danos excepcionais e tratamento humilhante e angustiante, e reconhecimento por qualquer possível trauma psicológico sofrido durante a prisão.

“Acredito que Deus ama a todos, inclusive os muçulmanos, mas tenho o direito de dizer que não concordo com o Islã – afinal, estamos vivendo em um país cristão”, disse Ilesanmi em um tweet.

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