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Porta dos Fundos mostra Deus como um chefe da máfia em novo vídeo blasfemo

Esquete de Fábio Porchat volta a ridicularizar evangélicos

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Deus e o pastor da PDF
Deus e o pastor da PDF. (Foto: Reprodução / Youtube)


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Durante anos o humorista Fábio Porchat trabalhou na Record TV, onde apresentava o talk show “Programa do Porchat”. Sem contrato com a emissora desde o final do ano passado, ele voltou a gravar um vídeo com o canal de internet Portas dos Fundos, onde ataca os evangélicos.

No esquete “Padrino”, título atribuído ao líder da Máfia no filme “O Poderoso Chefão”, Porchat é Deus. Ao lado de Jesus (Pedro Benevides), eles comandam uma organização criminosa que extorque os fiéis e querem lucrar sempre mais.

Em conversas com um pastor chamado Elias (Fábio de Luca), Deus diz que os dízimos não são mais suficientes e o líder religioso precisa “tirar tudo” dos membros da igreja. Fazendo torturas e ameaças, a divindade se mostra implacável.

O pastor volta para sua igreja, onde vende produtos “ungidos” para aumentar a arrecadação e, assim, poder entregar o que Deus exige dele.

Num segundo momento, realiza outra ‘sessão de tortura’ com um pastor que ele exige que se torne prefeito. Vivido por Felipe Ruggeri, fica claro que se trata de Marcelo Crivella quando Deus fala sobre o Rio de Janeiro e manda, entre outras coisas, que ele “acabe com o Carnaval”.

Chama a atenção o fato de Crivella ser bispo da Igreja Universal e sobrinho de Edir Macedo, dono da Rede Record, o que parece um recado direito de Porchat a seus ex-patrões.

Não é a primeira vez que o Porta dos Fundos associa a fé cristã com uma divindade sádica. Em “Ele Voltou”, esquete de setembro de 2018 , Jesus é apresentado como um torturador e alguém vingativo.

É de conhecimento público que os idealizadores do Porta são ateus e possuem um longo histórico de produções anticristãs, em especial Porchat e Gregório Duvivier.

Embora o artigo 208 do Código Penal preveja punição para quem “Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”, nenhum dos processos movidos contra o grupo até agora teve sucesso. A alegação sempre foi a de “liberdade de expressão”.

Assista (ou não):



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