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Comunicação

Ponha o bloco na rua!

Como está a plataforma de missão de sua igreja?

Rodrigo Motta

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Jesus e os discípulos
Jesus e os discípulos. (Foto: Reprodução / The Bible)

E aí? Tudo pronto para colocar o bloco na rua? Se a sua resposta é não, ou se você está pensando que estou falando de Carnaval, ouça aquele barulho de erro do Windows em 3, 2, 1.

Uma das belezas de fazer comunicação, em qualquer segmento, é tomar proveito das pautas, das discussões e das conversas do momento para interagir, se relacionar e intervir.

Gosto de lembrar que, em Mateus 28, tem um comando muito claro de irmos fazer discípulos. Se fosse nessa semana, talvez Jesus nos falaria – se apropriando do momento – para “irmos e colocarmos nosso bloco na rua” parar arrastar uma multidão para mais perto da mensagem da cruz”.

Em outra passagem, em Lucas 10, Jesus envia “seu bloco” para invadir a cidade com Boa Notícia e, lá, interagir, conversar e curar as pessoas das cidades.

Então, vamos reunir tudo o que falei aqui em termos práticos:

A primeira coisa é que estou te perguntando como está a plataforma de missão de sua igreja? Você está trabalhando para aumentar o Reino ou arrumando soluções para não perder os que estão dentro de sua igreja ou, como é comum, criando conversa para o crente da igreja ao lado? Você está indo (real ou virtualmente) até onde as pessoas carentes de ouvir sobre Jesus estão, onde elas estão vivendo, conversando e interagindo?

A segunda coisa para pensar é que estou falando de linguagem. Sua igreja anda conversando com a “mãozinha” do ambiente secular, usando o “crentês” e perdendo a oportunidade de dialogar com as pessoas que cercam sua comunidade?

Estamos falando difícil, com nossas gírias, jeitos e manias? Ou estamos nos vestindo de humildade e criando ferramentas para acessibilidade daquele que está batendo em sua porta?

A terceira coisa que quero que você reflita é que, sim, a cultura pode ajudar a redimir o ambiente, pode sim anunciar as Boas Novas, é sim uma forma de expressão de adoração e, claro que, sim, precisa ser tomada pela cultura e lógica cristã de executá-la.

Mas, aproveitando os tempos de folia, nem sempre a estética, a forma e a execução nos convém.

Reflita neste tempo de ócio, descanso e refresco pra alma.

Nasceu em São Paulo, casado com a Viviana e pai da Maria Luiza. Jornalista e publicitário com passagens por algumas das principais empresas do mercado editorial, de comunicação e multinacionais de publicidade no Brasil. É fundador da consultoria de comunicação para igrejas ChurchCOM e é autor do livro Marketing Cristão

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