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Sociedade

Polícia aguarda decisão do STF sobre Flordelis para fazer reconstituição da morte de pastor

Como deputada federal, a missionária teria foro privilegiado

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Flordelis. (Foto: Reprodução / Record TV)

A Polícia Civil do Rio aguarda o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir de quem é a competência para investigar a morte do pastor Anderson do Carmo.

A assessoria de Recursos Constitucionais do Ministério Público estadual pediu que o STF se posicione sobre o caso, pois desde o ano passado os deputados federais e senadores só possuem foro privilegiado por prerrogativa de função em crimes cometidos no exercício do cargo e em razão das funções a ele relacionadas.

Até o momento, Flordelis não foi declarada investigada, mesmo a delegada Bárbara Lomba, da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo, ter declarado que todos que estavam na casa naquele dia estarão sendo investigados.

“Não podemos descartar ninguém que estava próximo da cena do crime. Provavelmente, a motivação do crime é relacionada a uma questão que envolve a família, mas não se sabe de que natureza. Tudo indica que tem relação com as relações familiares, quem convivia com a vítima”, afirmou ela há algumas semanas.

Enquanto o STF não define se o próprio tribunal conduzirá a investigação ou se a mesma poderá prosseguir com a Polícia Civil do Rio, a reconstituição do crime não poderá ser feita.

A etapa é importante para esclarecer alguns pontos importantes do crime a fim de reconhecer os assassinos e as motivações.

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