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Planned Parenthood admite batimentos cardíacos presentes no início da gravidez

Gigante do aborto muda seu posicionamento sobre batimentos cardíacos fetais.

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Mulher grávida e esposo seguram ultrassom do bebê (Kelly Sikkema / Unsplash)

A Planned Parenthood reverteu sua posição de longa data de que os batimentos cardíacos fetais não são “reais”. Em seu site, a gigante do aborto admitiu que os bebês não nascidos têm corações batendo. Segundo a organização, durante as semanas 5-6 de gravidez existe “um coração básico pulsante e um sistema circulatório se desenvolvem”.

Anteriormente, a Planned Parenthood contava com o American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG). Seu “Guia de Linguagem e Aborto” afirmava que “um batimento cardíaco fetal existe apenas depois que as câmaras do coração se desenvolvem e podem ser detectadas por ultrassom, o que normalmente ocorre por volta de 17 a 20 semanas de gestação”.

No entanto, a organização se distanciou desta alegação. Recentemente, eles afirmaram em uma nota de rodapé recente em um processo judicial na Carolina do Sul que, “após consultar especialistas”, compreende que um coração se forma mais cedo do que isso. Embora a ACOG seja supostamente uma associação neutra de especialistas médicos, ela é pró-aborto.

Segundo CBN News, em setembro, a ACOG escreveu um artigo de opinião pedindo o aborto a qualquer momento e por qualquer motivo. Christopher Miller, ex-escrivão do juiz da Suprema Corte Clarence Thomas, observou que a ACOG nunca forneceu uma explicação de como chegaram à conclusão de que os batimentos cardíacos fetais não estão presentes até mais tarde na gravidez.

Por fim, Miller destaca a falsidade da afirmação da ACOG de que nenhum batimento cardíaco existe até 17-20 semanas, pois as câmaras do coração não estão formadas até esse ponto.

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