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Internacional

Pastores são acusados de islamofobia ao apresentar fatos sobre o terrorismo islâmico

Mensagem em outdoor foi chamada de anticristã, mas Rede de Pastores nega incitação ao ódio

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Outdoor NPC

Uma ação da Rede de Pastores da Carolina do Norte (EUA) gerou muita controvérsia semana passada. Na tentativa de justificar seu apoio institucional à proibição da entrada de imigrantes muçulmanos no país, proposta pelo presidente Donald Trump, eles usaram outdoors para lembrar a população de um fato histórico.

A mensagem diz: “Por que apoiar a proibição de imigração do Presidente Trump? 19 imigrantes muçulmanos mataram 2977 americanos em 11 de setembro de 2001”.

A iniciativa gerou uma onda de protestos, que classificaram a postura deles como intolerante, islamofóbica e anticristã.  De acordo com o site oficial da Rede, eles são uma organização dedicada a apoiar iniciativas, leis e candidatos com valores bíblicos.

Eles já fizeram campanhas contra a política de banheiros transgêneros, durante o governo Obama, e combatem o repasse de verbas públicas para as clínicas de aborto da Planned Parenthood. Agora eles declararam que a ideologia islâmica é seu “inimigo” e pedem que o governo impeça a entrada de qualquer muçulmano no país.

Os críticos da Rede de Pastores lembram que Jesus pregava o amor ao próximo e nunca demonstrou nenhum tipo de preconceito contra quem não concordava com ele.

O presidente da organização, o evangelista Dave Kisler, afirma em seu site que ele não está preocupado com o discurso “politicamente correto” imposto pela sociedade e que está disposto a morrer por sua fé em Jesus.

Falando à rede CNN, Kisler disse que não odeia os islâmicos, mas quer vê-los convertidos a Jesus e salvos. Porém, não acredita que existe um “islã moderado” e por isso o governo deveria impedir a entrada de todos que professam essa religião.

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