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Sociedade

Três pastores da Igreja Maranata são soltos após pagamento de fiança

Dos nove pastores detidos por estelionato, apenas três permanecem presos

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Três pastores da Igreja Maranata foram soltos na última semana depois que efetuaram o pagamento da fiança. A Justiça do Espírito Santo estipulou o valor de R$33,9 mil para a soltura dos religiosos que estavam presos desde 24 de junho por conta de uma investigação que ligou os pastores com a prática de estelionato.

Jarbas Duarte Filho, Antonio Ângelo Pereira dos Santos e Antonio Carlos Rodrigues de Oliveira pagaram a fiança, mas ainda terão que cumprir as restrições impostas pela Justiça como não manterem contato entre si.

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No total serão nove medidas que eles precisarão tomar como comparecer mensalmente no primeiro dia útil de cada mês para informar as atividades econômicas ou profissionais que estão exercendo, declaração de bens, não frequentar as reuniões do Conselho Presbiterial e outras.

Quem também recebeu o alvará de soltura foi o contador Leonardo Meirelles de Alvarenga que conseguiu a liberdade por ter assinado um termo de declaração premiada, se comprometendo a contribuir com as investigações sobre o caso.

Alvarenga trabalhou para a Igreja Maranata durante 11 anos e chegou a emitir notas sem lastro para a igreja, o Ministério Público Estadual do Espírito Santo também percebeu que ele recebeu grandes quantias da igreja com o pretexto de ajudar irmãos necessitados no exterior.

Dos nove pastores que foram presos no mesmo dia apenas três continuam presos, já que o fundador da igreja Gedelti Gueiros e o pastor Arlínio de Oliveira Rocha conseguiram prisão domiciliar por conta da idade avançada.

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