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Mundo Cristão

Pastor é “demitido” por afirmar que “homossexualidade ainda é pecado”

Justin Hoke sofreu pressões de grupos LGBT e de membros da igreja para sair

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Justin Hoke
Justin Hoke. (Foto: Reprodução / Facebook)

Um pastor sofreu reações fortes da comunidade de Weed, Califórnia, onde fica sua igreja, após colocar um aviso em frente ao templo onde condena a homossexualidade.

O pastor Justin Hoke, da Igreja Presbiteriana Bíblica Trinity, decidiu mandar uma mensagem clara sobre suas convicções e escreveu no letreiro: “Bruce Jenner ainda é um homem. A homossexualidade ainda é pecado. A cultura pode mudar. A Bíblia não.”

Jenner é um famoso transexual e o pastor alega que pretendia lembrar que “nossa cultura agora exige que chamemos de ‘bom’ o que a Bíblia chama de mal.”

Contudo, a comunidade LGBT da cidade fez várias manifestações em frente ao templo. O aviso foi vandalizado e o pastor acabou se desligando da igreja por conta da pressão de membros.

Amelia Mallory, uma das mulheres que organizaram a manifestação do coletivo LGBT, explica que “Debater religião é improdutivo e não queremos que as pessoas pensem que estamos contra o cristianismo como um todo”. Mesmo assim, ela reclama da postura do pastor.

Cerca de uma semana após ter publicado sua mensagem, Hoke anunciou em sua conta no Facebook que a maioria dos membros, incluindo um presbítero da igreja, ameaçaram sair se ele não se demitisse como pastor.

“Eu não queria ir embora, não desisti e estava disposto a ficar”, acrescentou Hoke, na mensagem, anunciando que o presbítero assumirá as funções pastorais de agora em diante.

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