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Política

Pastor da família Bolsonaro diz que presidente “é um homem íntegro”

Michelle Bolsonaro é membro da Igreja Batista Atitude, onde trabalhava com surdos

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Jair e Michelle Bolsonaro recebendo oração
Jair e Michelle Bolsonaro recebendo oração do pastor Josué Vallandro. (Foto: Reprodução / Youtube)


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Casados desde 2013, o presidente Jair Bolsonaro e a primeira-dama, Michelle, sempre frequentaram igrejas evangélicas. Embora ele se declare católico, optou por acompanhar a mulher e as filhas nos cultos desde que iniciaram o relacionamento.

Dois anos atrás trocaram a Vitória em Cristo, de Silas Malafaia, pela Igreja Batista Atitude, fundada por Josué Valandro Jr., no Rio de Janeiro. O líder religioso de 49 anos conta que se identificou com o então deputado federal Jair Bolsonaro desde o primeiro contato.

“Fiquei impressionado demais. Ele inspirava verdade. Não vi nele o discurso para me convencer”, lembra Valandro Jr. Logo se tornaram amigos e o pastor destaca que “Todo mundo achava que era um franco-atirador e que não ia dar em nada”. Mesmo assim ele sempre o apoiou como indivíduo, lembrando que jamais fez campanha de púlpito.
“Em nenhum momento o coloquei no púlpito e disse ‘Esse é o meu candidato’. Nunca usei de um sermão para brincar ‘Olha, 17 é Bolsonaro, hein?’. Em minhas redes sociais pessoais eu publiquei algo relativo à campanha, não nas da igreja. Orei por ele como orei por outros”, conta.

Poucos dias após ser declarado presidente eleito Bolsonaro esteve com Michelle na igreja, sendo chamado ao altar para receber uma oração. Naquele domingo, chorou e agradeceu a Deus pela vitória.

A Atitude, com sede na Barra da Tijuca, tem ganhado notoriedade como ‘a igreja do presidente’. Mas historicamente sempre manteve o ritmo de crescimento. O pastor Valandro Jr. destaca que a igreja começou “com 27 pessoas e hoje tem mais de 10 mil, sendo que Michelle só está aqui há dois anos”. A cada ano são batizadas mais de 1.000 pessoas e atualmente congrega mais de 10 mil fiéis.

“Hoje, mais gente está sabendo da igreja em função de a Michelle ser membro, sem sombra de dúvidas. Mas o que fez o crescimento foi uma manifestação do poder de Deus neste lugar, pessoas sendo curadas, famílias sendo restauradas, gente 15 anos aprisionada por drogas largando tudo, mulher abandonada pelo marido recuperando a autoestima e deixando de tomar remédio tarja preta, é o poder de Deus”, assegura.

Quando ainda não era primeira-dama, Michelle trabalhava como voluntária na Atitude, em especial com o ministério de surdos, atuando como intérprete de libras. Também organizou festas para crianças carentes e fez visitas a comunidades pobres distribuindo roupas e cestas básicas. A casa dos Bolsonaro, no Rio, chegou a sediar uma célula que reunia surdos semanalmente.

Valandro Jr. comentou como é a relação do casal presidencial: “Ele é uma ternura, um homem muito respeitoso com a mulher. Não vou dizer que tenha influência sobre ela, mas existe uma relação conjugal saudável, em que essa esposa tem direito de dizer o que pensa, o que gosta, o que não gosta e de lidar com seu marido como toda esposa”.

Tendo acompanhado de perto a posse do presidente no dia 1º de janeiro, assegura: “Eu estava de frente para a rampa e vi um homem que tem uma ótima intenção para com o Brasil, comprometido com a lisura. Não é um homem perfeito, mas é um homem íntegro.”

Seus elogios, na verdade, são para todo o “time” do presidente. “Você olha para o astronauta Marcos Pontes e diz ‘Meu Deus, quem estava mais qualificado no Brasil para ser o ministro da Tecnologia?’. Olha para o outro lado e vê um Sergio Moro. Quem no Brasil está mais habilitado para ser um ministro da Justiça? Esse homem corajoso.”



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