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“Passaporte de vacina”: pode ser um ensaio para o anticristo?

Pastores afirmam que tais eventos são um ensaio para a preparação do governo global.

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QR de vacinação
QR Code de vacinação (Foto: Reprodução/CBN News)

O Brasil e o mundo já estão vivendo a criação do “passaporte da vacina”. Aqueles que não se vacinarem contra a Covid-19 sofrerão as consequências das novas medidas que estão sendo adotadas por governos e empresas.

Logo, quem não comprovar a tomada do imunizante, não poderá viajar ou entrar em lugares para se relacionar com outras pessoas. Para poder participar de atividades, as pessoas terão de apresentar um documento físico ou digital que confirme a aplicação das doses.

Essa medida tem sido criticada por tentar impor a vacinação, obrigando aqueles que ainda têm alguma desconfiança com o imunizante a serem vacinadas, sob pena de perderem sua liberdade de ir e vir.

A questão lembra muito um texto de Apocalipse 13:16-18, que diz: “E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis”.

Apesar de ser consenso dizer que a vacina não representa a marca da besta, prevista pelos interpretes de Escatologia, a imposição de um passaporte de vacinação tem sido apontado como um ensaio para que futuramente o anticristo tenha estrutura para impor sua marca.

Um ensaio para o anticristo

Será isto então o ensaio para o governo global do anticristo? Alguns pastores que conversaram com o Gospel Prime acreditam que sim, que está acontecendo um “ensaio” para o anticristo. Tudo isso seria um treino para mudar a mentalidade das pessoas a longo prazo.

Para o pastor Newmar Costa, da Igreja Batista Candelária, o passaporte da vacina seria uma estratégia política para fazer as pessoas irem aceitando as ordens de forma pacífica. “A principio, penso que no máximo a vacina possa servir de ‘inculcamento’ subconsciente da normalidade de ‘passaporte’ para isso ou aquilo nos dias da grande tribulação”, disse.

“Com a exceção clara de que receber a marca do Anticristo – se for física, posto que existem diferentes posições teológicas neste sentido-, será uma decisão consciente, tomada apenas por descrentes e não antes do momento em que o anticristo profanar o templo e o acordo de paz com Israel”, explicou.

Para o pastor Edson Stürmer, líder da igreja Aviva, em Panambi, Rio Grande do Sul, o passaporte de vacina é “com toda certeza” um preparativo para o anticristo. Ele avalia que “todas essas circunstâncias que surgiram devido a Covid-19 é sem dúvida alguma uma preparação muito bem elaborada para a implantação do governo do anticristo”.

“O que ninguém imaginava acontecer tão rápido aconteceu! Primeiro as pessoas do mundo inteiro literalmente foram obrigadas a ficar em casa, depois a pôr máscara, se distanciar, e assim foi indo até chegarmos no momento que estamos vivendo agora, onde todos estão sendo coagidos a se vacinar para seu próprio bem e bem do próximo”, disse.

Stürmer avalia que os governo do mundo, em pouco tempo, poderão “se dobrar a uma cartilha mundial que obrigue todas as pessoas a só comprar, vender e viver normalmente se tiverem a ‘marca'”. Porém, ele salienta que a vacina em si não é algo tangível para declararmos como marca da besta.

“Por mais que a vacina em si ainda não ser algo tangível para declararmos como a marca da besta, é certo que, os mesmos poderosos que hoje obrigam a por máscaras, se distanciar e agora se vacinar, poderão ser os mesmos a obrigar pessoas do mundo inteiro a renunciar a sua em Cristo e se prostrar ao anticristo e seu sistema diabólico”, disse.

Obrigatoriedade da vacina

Já o pastor Marcos de Souza Borges, mais conhecido como pastor Coty, diz não saber se poderia servir como ensaio para o anticristo, mas vê a medida como abusiva. Coty é ligado a organização Jovens Com Uma Missão (JOCUM) e diz que esse tipo de iniciativa é mania de quem gosta de controle.

“Se serve para ensaio do anticristo, eu não sei, mas que é uma medida arbitrária, absurda, já que afinal de contas essa vacina aí, querendo ou não, ela ainda pode ser considerada em estado de teste, você não tem como obrigar uma pessoa a se vacinar”, continuou.

A OMS já se posicionou contra a obrigatoriedade do chamado “passaporte de vacinação da Covid”, mas que seja criado um registro global sem exigências para viagens.

No entanto, países como Bélgica, França, Estados Unidos, Paquistão, Israel, Japão, Coreia do Sul, Portugal, Itália já estão trabalhando o passaporte da vacina.

No Brasil, as discussões ainda estão quentes, mas alguns governos estaduais e municipais já estão impondo medidas restritivas para que quem não se vacinar.

O governador João Dória já determinou tal comprovante de vacinação para os cidadãos frequentarem certos lugares. Todavia, o presidente Jair Bolsonaro criticou a medida e disse que o passaporte da vacina é crime.

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