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Opinião

Para soltar o bandido-mor, STF abre as celas e coloca população em risco

Supremo decidiu revogar prisão após condenação em segunda instância.

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Protegidos por uma quase intocabilidade dentro do aparelho do Estado, os ministros do Supremo agem como semideuses. Cada um faz o que quer, do alto de suas arrogâncias exacerbadas. Brincam com a ordem legal e massacram uma intensa luta contra a impunidade.

Falo caros leitores, sobre a decisão da Corte em rever a prisão após condenação em 2ª instância. Por 6 a 5, os ministros decidiram — pela milésima vez — mudar o entendimento sobre o tema. Por qual motivo? Para soltar o bandido-mor, o homem responsável pelo maior crime contra essa nação: Luiz Inácio Lula da Silva.

O voto derradeiro foi dele, o eterno advogado do PT:José Antonio Dias Toffoli, presidente da Corte. Ele foi responsável por desempatar o placar, que estava em 5 a 5. Podia ter decidido por manter as celas fechadas, mas fez o contrário. Toffoli abriu as carceragens das prisões para soltar seu padrinho.

Já escrevi anteriormente sobre a dívida eterna de Toffoli com Lula. Sim, dívida eterna! Afinal, proporcionar a alguém a realização de um sonho é algo impagável. O petista ajudou Toffoli a se tornar juiz. Coisa que por concurso ele não conseguiu. O fato é que, apesar da toga, Toffoli é o eterno advogado do Lula.

Mas não vem ao caso! A questão é que os ministros decidiram anular a Lava Jato revendo interpretações jurídicas. Deram fôlego novo ao crime de colarinho branco, encaminhando a saída de dezenas de milhares de criminosos de todas as espécies. Agridem o processo legal para livrar bandidos. Vergonhoso!

Salvo raríssimas exceções, a maioria dos ministros parecem trabalhar em prol dos corruptos e larápios da pior espécie. Desdenham do Estado de direito e desprezam os anseios da sociedade.

Em análise do artigo 283 do Código de Processo Penal (CPP), segundo o qual uma pessoa só será presa após trânsito em julgado do processo, os ministros decidiram anular as prisões  onde ainda cabe recurso aos tribunais superiores. Usaram como desculpa o respeito ao Parlamento.

O mesmo Parlamento cuja competência tem sido usurpada pelos ministros do Supremo, que tomam decisões a revelia dos deputados e senadores eleitos para legislar.