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Mundo Cristão

Para a maioria dos pastores, cristãos não podem “acelerar” a volta de Jesus

Evangelismo é mais aceito como forma de acelerar o retorno de Cristo do que apoiar as mudanças políticas

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Nuvens. (Foto: Nacho Rochon / Unsplash)

Uma pesquisa realizada pela LifeWay Research diz que para a maioria dos pastores o retorno de Jesus não pode ser acelerado por eventos mundiais ou evangelismo, embora que as opiniões sobre o assunto sejam bastante diferentes.

Dois mil pastores foram entrevistados nesta pesquisa, para 12% deles “os cristãos podem acelerar o retorno de Cristo apoiando as mudanças geopolíticas mencionadas na Bíblia”, enquanto 80% discordam e 8% não têm certeza.

“Embora as Escrituras digam especificamente que não podemos saber o dia ou a hora do retorno de Jesus Cristo, estávamos interessados ​​nas opiniões dos pastores sobre se os cristãos podem ter algum papel em trazer esse retorno mais cedo”, disse Scott McConnell, diretor executivo da LifeWay Research.

Segundo ele, a grande maioria dos pastores não vê profecias bíblicas sobre mudanças futuras entre as nações como um roteiro para advogar um envolvimento internacional específico.

A relação entre o retorno de Cristo e o evangelismo – tirando a questão política – é mais aceita pelos pastores, onde 41% disse acreditar que “os cristãos podem acelerar o retorno de Cristo ajudando a compartilhar o Evangelho com todos os grupos de pessoas”.

Ainda assim, 54% de todos os pastores protestantes discordaram com desta afirmação e 5% não tinha certeza.

“A Grande Comissão foi uma tarefa que Jesus deu a seus seguidores enquanto ele estava fora”, disse McConnell.

“Quatro em cada dez pastores acreditam que o ritmo de compartilhar a mensagem do que Jesus fez impactará o momento do retorno de Cristo. Presumivelmente, muitos dos que discordam afirmariam exclusivamente controle divino sobre a volta de Cristo”, declara o pesquisador.

Os pastores também foram questionados se a a cultura ficará cada vez menos moral até que Jesus Cristo retorne e para 68% deles isso realmente irá acontecer, 26% discorda e o restante não respondeu.

“Na superfície, as respostas da maioria dos pastores podem ser descritas como desamparadas em relação a esses aspectos específicos do futuro”, disse McConnell. “No entanto, a persistência de sua fé em meio à falta de controle indica um nível ainda maior de esperança”, conclui.

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