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igreja perseguida

Pandemia aumentou a vulnerabilidade de cristãos perseguidos

Estudo da Portas Aberta apresenta os principais impactos.

Cássia de Oliveira

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Cristão paquistanês orando
Cristão paquistanês orando (Foto: Reprodução/Portas Abertas)

De acordo com pesquisa da organização Portas Abertas, a pandemia da covid-19 trouxe impactos graves para os cristãos perseguidos ao redor do mundo. Os dados da Lista de Mundial de Perseguição 2021 indicam que o grau de perseguição em muitos países aumentou com a pandemia.

Segundo o estudo da Portas Abertas, muitos governos têm usado o contexto para intensificar a opressão às minorias religiosas, aumentando a vulnerabilidade de cristãos perseguidos. Muitas igrejas foram atacadas por ajudar a comunidade em suas necessidades durante a crise do covid-19.

A pesquisa apontou uma tendência global em que cristãos são culpabilizados pela pandemia e por transmitir o coronavirus, resultando em discursos de ódio e ataques físicos contra cristãos por funcionários do governo, membros da comunidade local e grupos extremistas.

O isolamento social da pandemia também impactou a vida dos cristãos perseguidos; houve um aumento na violência doméstica. Muitos cristãos se viram obrigados a se isolar em casa com os parentes perseguidores, que usam a pressão e a violência para fazê-los voltarem à tradicional da família.

Constantemente, os seguidores de Jesus não têm acesso às necessidades básicas, pois a comunidade os vê como traidores. Durante a pandemia, eles continuaram desprovidos de ajuda humanitária, alimentos e até de água, prejudicando a saúde das famílias.

 Como a covid afetou os continentes

Ásia: as ações do governo para conter a pandemia têm sido usadas para aumentar a vigilância das igrejas e seus membros, como na China. Membros da comunidade no Butão e em Mianmar também foram encorajados a monitorar as atividades cristãs. Os regulamentos governamentais em relação à COVID-19 foram usados para prender os cristãos, sob o pretexto de contenção da pandemia, como na Índia e no Nepal.

África Subsaariana: os extremistas são poderosos impulsionadores da violência e da discriminação na região. Eles têm usado as restrições da pandemia para aumentar os ataques contra os cristãos, como em Camarões, Etiópia, Mali e Moçambique.

Oriente Médio e Norte da África: há indícios de que a violência doméstica aumentou pela pandemia nesta região. As famílias estavam trancadas juntas, muitas vezes colocando as mulheres já vulneráveis por causa da fé ainda mais em risco. Além disso, o Estado Islâmico se aproveitou da ocasião para promover mais ataques na região.

América Latina: os principais agressores dessa região são grupos criminosos que pressionam os cristãos para abandonarem a fé. Os seguidores de Cristo na América Latina foram alvo da negação ou da restrição de cuidados de saúde, como na Bolívia e em Cuba. Também foram forçados a participar de rituais locais de cura em vez de escolherem a própria prestação de cuidados de saúde. Além disso, tiveram o acesso a centros de saúde e medicamentos negados ou restringidos pelas próprias comunidades por causa da fé.

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Jornalista formada pela UFRGS. Repórter da AD Guaíba, colunista do Blog Nam.orei e colaboradora do Blog Ultimato Jovem. Anunciando boas novas.

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