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Opinião

O virulento Gilmar Mendes e sua proposta semipresidencialista

O estamento não aceita a derrota e aproveita a crise para mostrar suas garras.

Michael Caceres

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Gilmar Mendes. (Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF)

Gilmar Mendes, aquele membro do Supremo Tribunal Federal (STF) que mais coleciona admiradores  — se me permitem a ironia —, tenta lá sua interferência no Poder Executivo.

O ministro anda compartilhando sua proposta de Emenda à Constituição (PEC) que transforma o regime brasileiro em semipresidencialista. O texto é de sua autoria, segundo a coluna Painel, da Folha de São Paulo.

É importante lembrar que Mendes é uma daquelas figuras notáveis que tem tanto apreço pela democracia quanto tem pela sociedade. Quer aproveitar o momento para fomentar um golpe contra o presidente da República, em meio a crise causada pelo coronavírus. Coisa sem pé nem cabeça! Típico desta gente!

A proposta do dito-cujo tem motivação ideológica, todos sabemos. Basta lembrar que Gilmar Mendes foi alvo de manifestações populares que pediam seu impeachment do Supremo. Ninguém o quer na Corte, contrário de Bolsonaro. É um grande desrespeito a democracia este tipo de proposta em meio a uma pandemia. Isso para dizer o mínimo.

É de uma notável estupidez! Enquanto alguns trabalham em busca de soluções para superarmos este enorme problema causado pelo Covid-19, outros trabalham para piorar ainda mais a situação. É o velho sistema tentando levantar suas garras contra a ordem constitucional. A banda podre tentando retomar sua influência em meio a nossa luta contra um inimigo invisível.

As hienas de toga — lembra? — são parte das forças do mal que atuam para desestabilizar o governo Bolsonaro. O chamado “estamento burocrático”, que não aceita a derrota nas urnas; a imprensa militante, com suas abordagens tendenciosas; o Congresso Nacional, com sua agenda de destruição; o STF, com sua defesa aos bandidos; e os militantes socialistas, com sua agenda de poder, todos estão unidos.

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