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Opinião

O que Greta sabe sobre a situação dos índios brasileiros?

Quem supostamente financia esta personagem da política global?

Maycson Rodrigues

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Greta Thunberg. (Foto: Sergio Perez / Reuters)

Eu gostaria de ter nascido na Suécia. O país com o melhor IDH do mundo, e que consegue se beneficiar do capitalismo mais do que qualquer outra nação européia. Economia em alta, serviços públicos de qualidade, baixíssimos índices de violência e até na questão ambiental o país dá um show.

Este é o país da Greta Thunberg. Ela, que está iniciando sua adolescência e ainda possui certo grau de autismo, é mais uma vítima de pais imaturos e mal-intencionados – como muitos adolescentes neste mundo o são. Os pais dela são antigos ativistas da extrema-esquerda sueca, e projetam na filha um nível de alcance do engajamento e fama política que sempre sonharam obter para si mesmos no cenário mundial.

Greta é usada pelos pais como um escudo para que eles não sofram críticas e reprovações. Afinal de contas, quem vai falar mal de uma criança e ainda autista que deseja mudar o mundo?

Eu acho que desejar mudar o mundo é algo até positivo, ainda que biblicamente isso seja impossível por meio de ativismo político ou sócio-ambiental.

A questão maior para mim é que o mundo não vai acabar como Thunberg está profetizando. Porém, o mundo vai mal mesmo nestas questões ambientais e algo precisa ser feito. Nisso, concordamos.

A menina voltou a virar notícia no Brasil porque, recentemente, o presidente Jair Bolsonaro mencionou-a, pois ela foi mais uma vez nas redes sociais para “denunciar o assassinato de índios que defendiam a Amazônia do desmatamento ilegal”. Agora, pense comigo: quem vai ser contra uma menina que denuncia um crime cometido contra quem defende o meio ambiente de criminosos? Quem vai ser contrário a este tipo de discurso?

Contudo e a priori, a pergunta que deve ser feita é: “O que Greta sabe sobre a situação dos índios brasileiros?”. Ela sabe dos desvios milionários da FUNAI que a ministra Damares denunciou e freou o seu avanço? Ela sabe do número expressivo de índios que desejam mais civilização? Ela sabe se o Governo Brasileiro não está de fato investigando e até mesmo combatendo o desmatamento ilegal? Então, de onde que ela tira este tipo de informação que fundamenta sua narrativa e ainda ajuda a aumentar a própria popularidade por meio das redes sociais e da mídia internacional?

Certamente não é ela quem levanta esses dados nem mesmo acessa a essas informações. Muito provavelmente são os seus pais frustrados que roubam descaradamente a inocência da própria filha e a enchem de ódio e indignação por coisas que ela mesma não conhece profundamente.

E isso sem falar dos que lucram de verdade com toda esta produção ecoterrorista, que é resultante da ideologia chamada de “ecofundamentalismo”. Volto a mencionar as palavras de Flávio Gordon:

“O ecofundamentalismo é uma ideologia revolucionária e totalitária, que, sustentada sobre uma das maiores fraudes científicas e midiáticas de que se tem notícia – e que deveria ter sido desacreditada de uma vez por todas desde o escândalo conhecido como Climategate, quando se revelou o lado negro do falso consenso científico que sustenta o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) da ONU –, fundamenta um projeto de governo mundial por parte de uma elite globalista  cuja visão de mundo é uma heteróclita mistura de neomalthusianismo, eugenismo, neopanteísmo, anticristianismo e anticapitalismo.” 

Em outras palavras, o problema não está na pessoa da adolescente ativista; o problema está em quem supostamente financia esta personagem da política global.

Bolsonaro nem deveria mencionar o nome dela, pois isso só aumenta o combustível do noticiário. O Governo tem preocupações reais e inimigos verdadeiros dentro e ao redor da Amazônia. Cabe a cada um fazer o que deve ser feito e deixar de lado quem só fica nos microfones angariando política e financeiramente com tudo isso.

Isso posto, encerro dizendo o seguinte: quando a Greta apontar o dedo para criticar a China, que é o país que mais polui o meio ambiente no mundo atualmente, aí sim eu começo a repensar os meus conceitos sobre ela.

Casado com Ana Talita, seminarista e colunista no site Gospel Prime. É pregador do evangelho, palestrante para família e casais, compositor, escritor, músico, serve no ministério dos adolescentes e dos homens da Betânia Igreja Batista (Sulacap - RJ) e no ministério paraeclesiástico chamado Entre Jovens. Em 2016, publicou um livro intitulado “Aos maridos: princípios do casamento para quem deseja ouvir”.

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