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Nova Constituição da Tunísia preocupa cristãos

Constituição da Tunísia aumenta referências ao islã e poderes dados ao presidente.

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Outdoor na Tunísia (Foto: Reprodução/Wikimedia Commons)

Recentemente, a constituição aprovada pela Tunísia trouxe preocupação para minorias religiosas, incluindo cristãos, após o aumento de referências ao islã e poderes dados ao presidente em exercício.

Neste sentido, a nova constituição afirma que o país “pertence ao Ummah islâmico”, ou comunidade muçulmana, em vez de um Estado civil laico como antes.

De acordo com ICC, a constituição, aprovada em julho de 2022, afirma que o país é obrigado a alcançar os “propósitos do Islã”.

No entanto, com os “propósitos do Islã” não sendo identificados, cabe às autoridades tunisianas e ao presidente interpretar esse objetivo.

Segundo o presidente Saied, a nova constituição não nomeia o Islã como a religião do Estado, apenas a faz referência, e ele busca combater o extremismo islâmico.

Desta forma, a nova constituição substituiu a Constituição da Primavera Árabe de 2014. Saied tornou-se presidente no ano passado após demitir o governo e suspender o Parlamento.

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