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igreja perseguida

“Nossa nação está em apuros, precisamos da ajuda de Deus”, diz Franklin Graham

Evangelista convocou oração na capital dos Estados Unidos.

Michael Caceres

em

Franklin Graham (Reprodução)

O evangelista Franklin Graham está convocando milhares de famílias, pastores e igrejas para se juntarem em oração em Washington, capital dos Estados Unidos, no dia 26 de setembro. “Nossa nação está em apuros, precisamos da ajuda de Deus”, disse ao fazer o anúncio.

“Estou anunciando hoje que no dia 26 de setembro estarei na capital de nossa nação para orar – e espero que milhares de famílias, pastores e igrejas se juntem a mim! Nossa nação está em apuros e precisamos da ajuda de Deus”, escreveu no Twitter .

Em uma mensagem em vídeo, o líder evangélico afirmou que a “única esperança para este país é Deus”, conclamando os fiéis a se unirem em oração, já que os Estados Unidos vive uma crise causada pelo coronavírus, convulsões sociais e incertezas políticas.

A previsão é que os cristãos percorram um trajeto de quase 3 KM, partido do Lincoln Memorial ao edifício do Capitólio, orando pelo futuro da nação, já que muitos líderes cristãos passaram a alertar sobre a situação grave que vive os norte-americanos.

“A América está em apuros. Ele está em perigo. Mas temos esperança, e essa esperança está no Deus Todo-Poderoso. E precisamos orar agora mais do que nunca – mais do que já fizemos em nossas vidas. Nossas comunidades estão sofrendo. Nosso povo está dividido. E há medo e incerteza ao nosso redor ”, disse Graham.

Os Estados Unidos é o país com maior número de evangélicos no mundo, mas nas últimas semanas movimentos de esquerda estão promovendo ataques contra símbolos cristãos, incluindo a queima de bíblias. Isso tem causado grande preocupação entre os líderes evangélicos.

Além disso, em alguns estados americanos as igrejas ainda não foram autorizadas a reabrirem, mesmo que atividades consideradas não essenciais já estejam sendo retomadas aos poucos. Muitos pastores acreditam que está havendo uma perseguição contra os religiosos e estão se negando a cumprir as imposições.

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