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Mundo Cristão

“Na sala de cirurgia podemos sentir a presença de Deus”, diz médico missionário

Grupo oferece cirurgias ortopédicas gratuitas em países da África

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Médicos atendem Amié Fleury. (Foto: Samaritan’s Purse)

O ministério Samaritan’s Purse enviou para Burundi, na África, uma equipe de médicos da Missão Médica Mundial especializados em cirurgia ortopédica para atender a população de 11 milhões de pessoas que contam com apenas 300 profissionais médicos.

Entre os beneficiados com as cirurgias está o pequeno Amié Fleury, filho do pastor Michel Ntamubano que viajou três horas pelas montanhas até chegar no hospital Kibuye Hope, para que o menino fosse avaliado.

Amié nasceu com uma condição rara chamada “Blount” que é caracterizada pela deformação de um ou dos dois joelhos. O médico Dan Galata afirmou que a situação do menino era o caso mais grave da doença que ele já havia visto e por isso ele orou pedindo para que Deus o guiasse naquela operação.

“Eu relaxei um pouco quando percebi que não tinha escolha a não ser de alguma forma deixar Deus trabalhar através de nossas mãos fracas para ser uma resposta às orações de tantos fiéis”, disse o médico após saber que toda a igreja estava orando por aquela cirurgia.

Amié Fleury tem uma condição rara chamada Doença de Blount. (Foto: Samaritan’s Purse)

O Dr. Galat e o Dr. Ted John aturam juntos e, após horas de cirurgia, eles conseguiram endireitar as pernas de Amié. O pós-operatório exigiu que o menino fique meses com gesso e depois desse período, ele poderá andar e correr normalmente.

“Há momentos na sala de cirurgia que podemos sentir a presença de Deus conosco, e esse foi um desses momentos”, disse Galat.

“Fixar as pernas tortas de Amié exigiu múltiplos cortes em vários planos para realinhar e depois estabilizar os ossos com fios através da pele – tudo isso sem o benefício de qualquer imagem intraoperatória (nenhum C-ARM disponível no Kibuye). Mas depois de terminar o caso, fiquei agradavelmente surpreso com a aparência normal das pernas. Ted John e eu batemos os punhos enquanto todos na sala sentiam que estávamos em solo sagrado. Nós fizemos uma oração de cura e proteção para Amié e o levamos de volta para o pai dele”, relatou o médico ao site da instituição.

O pastor Ntamubano entende que os médicos foram anjos enviados por Deus para trazer a cura de seu filho.

“Houve grande alegria em toda a minha família e na igreja também”.

Amié foi um dos 28 pacientes atendidos com cirurgias ortopédicas gratuitas oferecidas pela equipe da Missão Médica Mundial.

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