Siga-nos!

Sociedade

Na Argentina, Damares diz que posição do Brasil é “pró-vida”

Ministra se reuniu com parlamentares do Partido Celeste Provida para buscar parcerias.

Michael Caceres

em

Damares Alves. (Foto: Flávio Gusmão/MDH)
Publicidade

No parlamento argentino, a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, declarou que a ” luta pró-vida do Brasil e [da] Argentina já é grande, estamos unidos há muito tempo, uns se inspirando nos outros”. A declaração foi dada nesta quinta-feira (29) em Buenos Aires, onde se reuniu com parlamentares do Partido Celeste Provida, na Câmara dos Deputados da Argentina.

O objetivo do encontro foi de firmar firmar parcerias em defesa da vida desde a concepção, a ministra disse que a posição oficial do Brasil é pró-vida. Ela também falou que o tema está em debate no Legislativo e no Judiciário, mas que a sua posição é pró-vida.

Leia mais...

Continua depois da Publicidade

“Este governo defende a vida desde a concepção”, disse. “O debate do aborto no Brasil está em dois seguimentos. Ele está no Legislativo, onde temos propostas sendo discutidas, e no Judiciário. O Executivo não vai fazer interferência e, como ministra, não faço a militância. A minha história é conhecida, a minha posição pró-vida é conhecida”, disse.

O partido argentino, Celeste Provida, é o primeiro do país que nasce com o objetivo principal defender a vida humana desde a concepção até a morte natural, sendo taxativamente contra o aborto. Segundo a EBC, Damares busca firmar parcerias para defender o direito a vida.

Aborto

Bolsonaro sempre se colocou contra a interrupção da gravidez, sendo este um dos temas que levou as principais lideranças religiosas do país a apoiar sua candidatura. A declaração da ministra reforça essa posição do governo, que representa uma mudança na postura oficial do país nos órgãos internacionais.

A ministra já havia declarado em outra ocasião, que apesar de o Estado ser laico, ela não é, por isso é contra o aborto. “O Estado é laico, mas eu não”, disse durante a sessão da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência.

Publicidade