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Mulher lembra o tratamento “desumano” nos campos de concentração da China

Mulher relata sofrimento e violência sofrida nos campos chineses.

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Tursunay Ziyawudun
Tursunay Ziyawudun (Foto: Reprodução/YouTube)

Nesta quarta-feira (14), Tursunay Ziyawudun, uma uigur, sobrevivente da perseguição religiosa, discursou em Washington, DC, na Cúpula Internacional de Liberdade Religiosa, e se emocionou ao lembrar da sua experiência em um campo de concentração chinês.

Ela, como todos os uigures que vivem na China, foi submetida a um tratamento severo específico do Partido Comunista Chinês, que prende essa minoria étnica para forçá-los a abraçar a cultura e identidade chinesa e ser leal ao Estado.

Ziyawudun contou que ficou duas vezes nesses campos. A segunda vez foi pior do que a primeira. “Minhas experiências nesses campos chineses deixaram cicatrizes indeléveis em meu coração”, disse ela.

Em março de 2018 ela foi levada pela segunda para um acampamento chinês, e ficou lá por cerca de um ano. Neste local havia muitos prédios e parecia uma prisão, com câmeras e policiais armados por todos os lados.

“Às vezes, eles nos mostravam filmes de propaganda, às vezes nos ensinavam a lei chinesa, às vezes nos ensinavam canções ‘vermelhas’ chinesas e às vezes nos faziam jurar lealdade ao Partido Comunista Chinês”, acrescentou ela.

Mulheres uigures estupradas

Dentro do campo eles viviam com medo, e ficavam dias ouvindo gritos e choros de pessoas, imaginando o que estava acontecendo.

Muitas mulheres uigures, incluindo Ziyawudun foram detidas e estupradas nos campos de concentração. Ela contou que os guardas sempre tiravam meninas da cela, algumas desapareciam e outras voltavam perto da morte.

“Certa vez, eles me levaram para passear com uma jovem de 20 anos. Ao lado dos policiais do campo, havia um homem de terno, usando uma máscara sobre a boca. Não consigo nem lembrar que hora da noite era. Eles estupraram as jovens. Três policiais han também me estupraram”.

Suas memórias se tornaram angustiantes, com ajuda do governo dos EUA e do Projeto Uigur de Direitos Humanos ela foi para a América.

Embora esteja livre agora, ela se sente na obrigação de compartilhar a sua história e tentar salvar milhões de uigures que vivem nos campos de concentração da China, reportou o The Christian Post.

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